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Antiguidade da U. Coimbra pesou na escolha do Conselho Cultural Mundial

A antiguidade da Universidade de Coimbra (UC) foi "um fator importante" para o Conselho Cultural Mundial escolher esta instituição portuguesa como anfitriã da cerimónia deste ano, na qual vão ser entregues os prémios Albert Einstein e José Vasconcelos, disse a organização.

Antiguidade da U. Coimbra pesou na escolha do Conselho Cultural Mundial
Notícias ao Minuto

11:22 - 31/01/20 por Lusa

País Universidade de Coimbra

"A tradição é importante para nós e, como os prémios são baseados no percurso das pessoas, a antiguidade de Coimbra foi um fator importante e decidimos escolhê-la", disse à agência Lusa o diretor-executivo do Conselho Cultural Mundial, Esteban Meszaros.

Esta é a primeira vez que o evento ocorre em Portugal, tendo já tido como anfitriões instituições como a Massachusetts Institute of Technology, a Universidade de Oxford ou a Universidade de Princeton.

Segundo Esteban Meszaros, Portugal já estava "no mapa" da organização há muito tempo, sendo que agora surgiu a oportunidade, encontrando disponibilidade por parte da Universidade de Coimbra para ser anfitriã.

Questionado pela agência Lusa sobre se a Universidade de Coimbra procurou ser anfitriã do evento, o vice-reitor Delfim Leão disse que "a maior proatividade foram os 730 anos de história da instituição".

"O convite representa um reconhecimento internacional da instituição, não apenas da sua duração, mas também do que representa no momento", vincou.

Para Delfim Leão, mais importante do que a audiência na cerimónia, que vai decorrer a 04 e 05 de novembro, será a exposição por todo o mundo, associada aos prémios que são entregues.

"Esta é claramente uma janela que temos aberta para o mundo", salientou.

Em Coimbra, serão atribuídos o Prémio Mundial de Ciências Albert Einstein (atribuído anualmente) e o Prémio Mundial de Educação José Vasconcelos (atribuído de dois em dois anos, intercalando com o Prémio Mundial de Artes Leonardo da Vinci), cujos vencedores serão anunciados em meados de junho, numa comunicação conjunta da UC e do Conselho Cultural Mundial.

Para além destes prémios, é também atribuído um diploma de reconhecimento a um grupo de cinco a oito investigadores e educadores jovens do país.

Para esse diploma, a Universidade de Coimbra pretende que seja dado destaque ao trabalho de jovens em torno "da questão da emergência climática", afirmou Delfim Leão.

O Conselho Cultural Mundial é uma organização internacional sem fins lucrativos, fundada no México, em 1982, por um grupo de 124 cientistas, académicos, presidentes de universidades e executivos dos cinco continentes, com a missão de promover uma cultura de tolerância, paz e fraternidade.

Os prémios de 2019 incluíram a entrega do Prémio Mundial de Artes Leonardo da Vinci ao produtor de cinema Paulo Branco (o primeiro português a ser laureado).

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