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Açores. Adeptos dos Benfica condenados a penas de prisão suspensas

Um deles foi sentenciado a 4 anos e 6 meses enquanto o outro teve uma pena de três anos.

Açores. Adeptos dos Benfica condenados a penas de prisão suspensas

Dois adeptos do Benfica foram condenados, esta sexta-feira, a penas de prisão suspensas, avança a TVI24. Um deles foi sentenciado a 4 anos e 6 meses enquanto o outro teve uma pena de três anos. Não poderão, durante este tempo, frequentar recintos desportivos nem se envolverem com atividades relacionadas com claques.

O Tribunal Judicial de Ponta Delgada, nos Açores, tinha adiado para o início da tarde de hoje a leitura da sentença do processo que envolve dois adeptos do Benfica, acusados de terem provocado desacatos em janeiro de 2019.

Os dois arguidos, integrantes dos 'No Name Boys', foram acusados pelo Ministério Público (MP) de, "em coautoria material e concurso efetivo", terem cometido crimes de "ofensa à integridade física qualificada" e de "resistência e coação sobre funcionário".

Segundo a acusação, os factos ocorreram "na noite de 11 para 12 de janeiro", altura em que os dois arguidos estavam em São Miguel, onde se deslocaram para assistir ao jogo entre o Santa Clara e o Benfica.

Os dois homens integravam "um grupo de cerca de 40 membros" dos "'No Name Boys', grupo organizado, não oficial, de apoio ao referido clube [Benfica]", refere o MP.

Os alegados desacatos começaram à porta de um estabelecimento de diversão noturna de Ponta Delgada, "cerca das 06h00", altura em que vários adeptos de apoio ao Benfica saíram da discoteca "sem proceder ao pagamento do que haviam consumido" e "forçando a passagem pelos seguranças que se encontravam na porta da rua do estabelecimento em causa".

O MP alega que os arguidos e os demais elementos do grupo que integravam juntaram-se aos elementos da claque que saíram do estabelecimento "sem pagar" e "arremessaram garrafas de vidro em direção aos seguranças" e, com "cintos e bastões metálicos", "desferiram pancadas", tendo o gerente da discoteca sido "atingido com uma forte pancada na cara com uma garrafa em vidro", por "um dos elementos do grupo".

A acusação sustenta ainda que, "face à atuação dos arguidos e demais elementos do grupo, foi solicitada a intervenção da PSP", mas, ainda assim, "os arguidos e outros elementos da claque - alguns não identificados - prosseguiram com os desacatos, arremessando garrafas, pedras e paus às forças policiais, as quais tiveram que efetuar diversos disparos para repor a ordem e segurança públicas, tendo "uma das balas de borracha ficado alojada na perna esquerda" de um dos arguidos.

Durante o julgamento, em novembro, os dois adeptos do Benfica negaram implicações nos alegados desacatos e recusaram supostas agressões ou incentivo à violência.

[Notícia atualizada às 15h51]

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