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Deficientes das Forças Armadas com "esperanças" em resolver problemas

A Associação dos Deficientes das Forças Armadas (ADFA) exigiu hoje, uma vez mais, apoios do Estado aos deficientes da guerra colonial e admitiu "fundadas esperanças" que os problemas sejam resolvidos pelo Governo no próximo ano.

Deficientes das Forças Armadas com "esperanças" em resolver problemas

Em conferência de imprensa, Manuel Lopes Dias, presidente da ADFA, afirmou que esta legislatura (2020-2023) é "o momento certo" para "a reconciliação" entre "a República e os antigos combatentes" antes da "solução biológica" - a morte - dado que grande parte deles tem hoje 72 ou 74 anos.

"Temos elevadas expectativas de que nesta legislatura se consigam algumas soluções para estes problemas. Se não for agora, nós já estamos dom 79/78 anos, já não valerá a pena", afirmou.

Entre as principais reivindicações da associação estão uma "melhoria das pensões degradadas", tanto dos antigos combatentes como das suas viúvas ou antigas companheiras, algumas das quais recebem "reformas de miséria", entre "250 e os 300 euros".

"É agora que a República poderá reconhecer estas situações. Esta é uma legislatura oportuníssima para, ainda a tempo, ainda antes da solução biológica, que é a morte, a República possa reconhecer as situações ao nível moral e material", afirmou ainda.

O presidente da ADFA disse que os deficientes não querem "este mundo e o outro, mas queremos uma melhoria da sua situação de vida", disse.

Uma das formas pode ser garantindo que "nenhuma pensão" dos antigos combatentes seja inferior ao salário mínimo nacional (635 euros) ou a um Indexante dos apoios sociais, ou IAS, 438,81 euros.

"São pequenas coisas que não envolvem milhões, porque o universo é restrito", entre seis a sete mil pessoas, de ex-combatentes.

Durante a conferência de imprensa, Manuel Lopes Dias disse ter "fundadas esperanças" ou "elevadas expectativas" na resolução dos problemas, tanto através do Estatuto do Antigo Combatente, com propostas do Governo e dos partidos a aguardar agendamento no parlamento, como pelos Orçamentos do Estado de 2020, o que é votado em 06 de fevereiro, e o de 2021.

As propostas da ADFA serão entregues ao Governo depois da votação do Orçamento do Estado de 2020, prevista para 6 de fevereiro, numa reunião com a secretária de Estado dos Recursos Humanos e Antigos Combatentes, Catarina Sarmento Castro.

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