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Marcelo apoia projeto da ADFA com escolas a evocar Guerra Colonial

O Presidente da República declarou hoje o seu apoio a um projeto nacional que a Associação de Deficientes das Forças Armadas pretende realizar em 2021 envolvendo as escolas para evocar os 60 anos da Guerra Colonial.

Marcelo apoia projeto da ADFA com escolas a evocar Guerra Colonial

O chefe de Estado e Comandante Supremo das Forças Armadas falava na sessão de encerramento da conferência "A literatura na Guerra Colonial e a Guerra Colonial na literatura", na sede da ADFA, em Lisboa, depois de ouvir o presidente desta associação, o coronel Manuel Lopes Dias, pedir a sua ajuda para este projeto.

Manuel Lopes Dias anunciou que a ADFA vai pedir uma audiência ao ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, para lhe propor um projeto a realizar "em 2021, no ano em que se evocam os 60 anos da Guerra Colonial".

"A ADFA queria ser parceiro com o Ministério da Educação de um projeto nacional que passasse pelas escolas e depois houvesse um concurso para que os melhores trabalhos dos alunos pudessem ser avaliados com um concurso nacional e um prémio", explicou.

A seguir, Marcelo Rebelo de Sousa respondeu a este pedido da ADFA, declarando: "Conta com o apoio do Presidente da República Portuguesa para esse projeto de 2021, que deve começar já em 2020, para quando chegarmos ao ano de 2021 no dia 01 de janeiro estarmos em condições de fazê-lo arrancar por todo o país nas escolas de Portugal".

"Isso exige um trabalho preparatório. E tenho a certeza de que o Governo será um grande entusiasta dessa iniciativa, porque é uma iniciativa ao serviço de Portugal", acrescentou o Presidente da República, defendendo que há um dever de "pedagogia, esclarecimento, transmissão de história, transmissão de testemunhos de vida" sobre a Guerra Colonial.

"É um dever vosso e nosso. E ninguém melhor do que a ADFA está em condições para o fazer", considerou.

Nesta sessão esteve também presente a secretária de Estado de Recursos Humanos e Antigos Combatentes, Catarina Sarmento e Castro, que o presidente da ADFA saudou, dizendo que a existência deste cargo revela "um incentivo e uma intenção do atual Governo em abordar as questões que se prendem às consequências da guerra".

Também o chefe de Estado saudou Catarina Sarmento e Castro, referindo que "não é por acaso que é designada também como secretária de Estado dos Antigos Combatentes" e que isso significa "um compromisso implícito, para não dizer explícito, do Governo de uma maior aposta no que respeita aos antigos combatentes de Portugal".

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