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"Têm de ser encontradas soluções o mais depressa possível"

Associação Sindical dos Profissionais da Polícia reuniu-se, esta quinta-feira, com o ministro da Administração Interna.

"Têm de ser encontradas soluções o mais depressa possível"

Paulo Rodrigues, presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP), falou aos jornalistas após o encontro desta tarde com o ministro da Administração Interna, referindo que houve disponibilidade para dialogar e encontrar soluções

"Relativamente à questão da atualização dos suplementos ou da atualização remuneratória [o ministro] também está disponível a fazê-lo [a dialogar]", começou por explicar.

Eduardo Cabrita, revelou ainda Paulo Rodrigues, "deixou claro que o senhor secretário de Estado vai fazer um conjunto de reuniões connosco já nos próximos tempos para começar a discutir estas questões", sendo que houve uma já avançada "que tem a ver com o pagamento dos suplementos que foram retirados desde 2011 em tempo de férias e que a ASPP interpôs uma ação em tribunal"

Lembrando que foi dada razão aos polícias nesta matéria pelo Supremo Tribunal Administrativo em abril de 2018, considerando "ilegal o corte do suplemento em tempo de férias e que estava a ser feito desde 2011", o responsável indicou que "aquilo que o senhor ministro disse é que está disponível a devolver esses valores aos polícias de uma forma faseada e a apresentar uma proposta desse faseamento." "Vamos esperar, obviamente por essa proposta."

"O que nós dissemos é que estamos disponíveis a dialogar e a contribuir para encontrar soluções, agora têm de ser encontradas soluções o mais depressa possível", acrescentou. 

A "disponibilidade do ministério para o diálogo sempre existiu", destacou, advertindo que "uma coisa é disponibilidade para o diálogo, outra coisa é disponibilidade para, já, resolver os problemas".

"O primeiro-ministro que era do anterior Governo mantém-se, o ministro da Administração Interna mantém-se, portanto se tivemos quatro anos de análise e de levantamento de problemas, neste momento é o de concretizar", reiterou Paulo Rodrigues, concluindo que tanto o Ministro como os polícias estão disponíveis para dialogar mas "isso não é a mesma coisa que resolver os problemas"

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