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Invasão do quartel? É preciso "criar condições" para forças de segurança

O Presidente informa, numa curta nota, que "recebeu, ouviu e registou" a determinação "de todos os presentes" pela "salvaguarda do Estado de Direito Democrático, inclusivo e tolerante, penhor dos direitos, liberdades e garantias dos cidadãos".

Invasão do quartel? É preciso "criar condições" para forças de segurança

O Presidente da República recebeu, ao final da manhã desta quinta-feira, os Bombeiros de Borba para ouvir as "exposições acerca dos acontecimentos de que resultaram dois bombeiros feridos", lê-se numa nota publicada no site da Presidência publicada no final da audição.

No encontro, e tal como informou o Notícias ao Minuto, esteve também presente o ministro da Administração Interna, os presidente e 'vice' da Câmara de Borba, assim como o comandante do Comando Territorial de Évora da GNR e o comandante da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Borba, Joaquim Branco, que esteve em Belém acompanhado por outros elementos da corporação.

O Presidente destaca, na nota, que de "todos os presentes" ouviu "a determinação (...) em assegurarem a salvaguarda do Estado de Direito Democrático, inclusivo e tolerante, penhor dos direitos, liberdades e garantias dos cidadãos".

Além disso, o chefe de Estado "registou, com apreço, a determinação expressa por responsáveis dos Bombeiros e de Forças de Segurança".

Marcelo informa ainda que no encontro "recordou o que tinha afirmado no seu discurso de posse do Governo, quanto à importância essencial de criar condições acrescidas para valorizar a missão e o estatuto das Forças Armadas e das Forças de Segurança, natural e nomeadamente extensível aos bombeiros, quer voluntários, quer profissionais. Valorizar e prestigiar essa missão, sempre prosseguida no quadro da Constituição e da Lei, é reforçar o Estado de Direito Democrático em Portugal".

Recorde-se que dois bombeiros da corporação de Borba ficaram feridos, um deles foi agredido, numa ocorrência que envolveu a invasão do quartel por um grupo cerca de 20 pessoas no passado sábado (dia 2), disse o comandante da associação humanitária.

Joaquim Branco adiantou ainda à agência Lusa que os dois bombeiros sofreram ferimentos ligeiros, um por agressão a murro e o outro devido a vidros partidos da porta principal do quartel, tendo sido transportados para o Serviço de Urgência Básica do Centro de Saúde de Estremoz.

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