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PCP "cola" fogos à "política de Direita" e promete insistir com propostas

O PCP "colou" hoje a tragédia dos fogos florestais de há dois anos, no centro e norte de Portugal, à "política de direita" seguida por executivos de PS, PSD e CDS-PP, alertando para o perigo de repetição do sucedido.

PCP "cola" fogos à "política de Direita" e promete insistir com propostas
Notícias ao Minuto

17:25 - 15/10/19 por Lusa

Política Incêndios

"A dimensão brutal da tragédia (...) tem causas e tem responsáveis. (...) nas suas brutais consequências, estes incêndios, exatamente como os que, em junho de 2017, tinham acontecido em Pedrógão Grande e concelhos vizinhos, e como, em julho de 2018, se repetiu em Monchique, não podem ser desligadas da política de direita dos últimos 43 anos, que se traduziu em défices estruturais", disse o dirigente comunista João Frazão, em conferência de imprensa na sede partidária, Lisboa.

O membro da comissão política do Comité Central do PCP afirmou que "as opções pela política de direita - ao serviço dos interesses do capital, de enfeudamento aos ditames da União Europeia (...) - foram assumidas, à vez, por PS, PSD e CDS, desvalorizando e mesmo ignorando as críticas e o combate que o PCP sempre lhes deu".

Segundo João Frazão, os comunistas vão voltar a apresentar na Assembleia da República, na próxima legislatura, propostas como as que á foram apresentadas por ocasião da discussão dos orçamentos do Estado para 2018 e 2019: "concretização das equipas de sapadores florestais e do corpo nacional de guardas florestais, contratação de trabalhadores em falta no Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), preço garantido à madeira ardida e políticas de preço justo à produção de material lenhoso, reinvestimento urgente das receitas da madeira vendida no pinhal de Leiria, plano nacional de combate a espécies (flora) invasoras", entre outras.

"Temos muita experiência de propostas que apresentámos uma, duas, três, 10, 20 vezes e foram sendo consecutivamente chumbadas e, à 21.ª, foram finalmente aprovadas, como no caso dos novos passes intermodais", disse ainda João Frazão, esperando novo desfecho para as iniciativas do PCP nesta área.

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