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Marcelo acredita que quem deixou a UNESCO há de voltar

O Presidente português afirmou hoje acreditar que quem deixou a UNESCO - Estados Unidos da América e Israel - há de voltar e pediu "uma nova ambição" à agência para a educação, ciência e cultura das Nações Unidas.

Marcelo acredita que quem deixou a UNESCO há de voltar
Notícias ao Minuto

20:09 - 25/09/19 por Lusa

País UNESCO

Marcelo Rebelo de Sousa deixou esta mensagem durante uma iniciativa da UNESCO sobre o futuro da educação, na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque, em que participou juntamente com a Presidente etíope, Sahle-Work Zewde.

"Sabemos que os seus recursos não são assim tantos, sabemos que foi e ainda é um tempo difícil, mas apostamos no vosso papel, porque é o nosso papel. Quando falamos da UNESCO, falamos do mundo inteiro. Mesmo que seja o mundo inteiro menos um, dois ou três, não importa, hão de voltar", afirmou.

O chefe de Estado português considerou que nas últimas duas décadas houve mudanças aceleradas e "a UNESCO viu outras organizações e outros fóruns assumir o seu papel central na investigação, reflexão, debate, recomendações e mobilização", apesar de "bem-sucedidas mudanças na educação nalguns países".

Neste contexto, apelou à revitalização da "centralidade da UNESCO", desafiando a agência atualmente dirigida pela ex-ministra da Cultura francesa Audrey Azoulay - que elogiou, no início do seu discurso, pela "visão e determinação" - a formular "uma nova utopia, uma nova ambição, um novo sonho".

"Com imaginação e antecipação. Temos de imaginar e temos de antecipar porque, também aqui, estamos um pouco atrasados, para assegurar que os valores e princípios das Nações Unidas sobrevivem e atraem as gerações mais novas", acrescentou.

Na sua intervenção, feita em inglês, Marcelo Rebelo de Sousa saudou também o embaixador de Portugal na UNESCO, António Sampaio da Nóvoa, que foi seu adversário nas eleições presidenciais de 2016.

O Presidente português elencou um conjunto de mudanças negativas dos últimos tempos, "dramáticas alterações climáticas, aumento acentuado do egoísmo, da xenofobia, do isolacionismo, agravamento das desigualdades", mas apontou também "muitos sinais de esperança: a luta pela paz, pela fraternidade, pela solidariedade, e o papel da juventude.

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