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FENPROF ataca dono de colégio que "esconde barras de ouro na banheira"

Federação Nacional dos Professores refere que "António Calvete optou por atirar os docentes do Instituto D. João V para o layoff".

FENPROF ataca dono de colégio que "esconde barras de ouro na banheira"

A Federação Nacional dos Professores (FENPROF) ataca, em comunicado, o dono do Instituto D. João V, do Louriçal, afirmando que "o mesmo dono de colégio que esconde barras de ouro na banheira atira trabalhadores para o layoff"

Numa nota enviada às redações, o sindicato começa por referir que "durante largos anos, os donos de colégios com contrato de associação, onde se inclui o Instituto D. João V, do Louriçal, obtiveram grandes lucros e acumularam enormes fortunas à custa dos direitos dos seus trabalhadores". 

Agora, "por força da redução, e bem, do número de turmas financiadas pelo Estado a esses colégios", estes têm menos turmas e menos alunos e, por isso "necessitam de menos pessoal docente e não docente". 

"Acontece que, apesar desta nova situação, a direção do Instituto D. João V pretende continuar a manter as suas margens de lucro, não olhando a meios para o conseguir. Competiria, neste caso, à direção do referido colégio cumprir a lei e negociar com os trabalhadores um processo de rescisão ou desencadear um processo de despedimento, com o pagamento das devidas indemnizações aos trabalhadores", advogam. 

Contudo, a Federação refere que "António Calvete optou por atirar os docentes do Instituto D. João V para o layoff, reduzindo o horário de trabalho e cortando proporcionalmente o valor dos salários, corte esse que chega a atingir, em alguns casos, os 800 euros".

Esta é, afirma a FENPROF, uma "situação incomportável" que faz parte "da chantagem exercida sobre os trabalhadores, para que estes cessem o contrato por sua iniciativa, prescindam das indemnizações por rescisão ou despedimento e, dessa forma, não onerem a conta bancária deste conhecido empresário, o qual, soube-se recentemente, possuía barras de ouro escondidas na banheira, que foram adquiridas, provavelmente, à custa dos salários e dos financiamentos que recebeu, durante anos, com a cumplicidade de sucessivos governos".

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