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PSP nega ter alterado cerimónia para evitar ação do Movimento Zero

Movimento Zero acusa a instituição de ter alterado local e normas da cerimónia de formação dos chefes da PSP. No entanto, a Direção Nacional nega que tal seja verdade.

PSP nega ter alterado cerimónia para evitar ação do Movimento Zero

A cerimónia de encerramento do terceiro curso de formação de chefes da PSP decorreu, no último dia 6, nas instalações da Escola Prática de Polícia (EPP), em Torres Novas, no distrito de Santarém.

Porém, de acordo com o Movimento Zero, a mesma não decorreu com a normalidade que lhe era habitual.

“Não podíamos deixar de compartilhar da vossa mágoa, no sentido em que foram obrigados a prescindir da presença de alguns familiares e amigos, uma vez que a EPP, de forma incompreensível, limitou o evento a três convidados por aluno. Estranhamos também o facto de a cerimónia não se realizar na mítica parada, transitando a mesma para um local desapropriado”, lê-se num comunicado emitido pelo Movimento de protesto nascido em maio passado.

Agentes da PSP que preferem manter o anonimato disseram ainda ao Notícias ao Minuto que esta decisão se prendeu com o receio de que houvesse uma manifestação do Movimento Zero, tal como havia acontecido em julho aquando das celebrações do 152.º aniversário da PSP, comemorado no Palácio de Belém.

Confrontada pelo Notícias ao Minuto, fonte da Direção Nacional (DN) da PSP negou as acusações, garantindo que “não houve qualquer alteração de local da cerimónia, pelo que as alusões sobre uma alegada suspeita de ação do M0 são totalmente descabidas e falsas”.

Na resposta enviada à nossa redação, a mesma fonte reitera que o “conceito desta cerimónia foi decidido cerca de um mês antes da data” e que o “local foi escolhido seguindo a tradição de todos os Cursos de Formação de Chefes”, sendo que “apenas um curso não se realizou no mesmo local (isto pode ser, aliás, confirmado por reportagens de cerimónias anteriores)”.

Ainda sobre o evento, fonte da DN explicou que “este local tem sido escolhido para a realização deste tipo de cerimónias porque é  plano e permite melhores condições físicas aos alunos em formatura, contribuindo para a resistência à imobilidade própria de uma formatura e tem uma adequada moldura de arvoredo,  permitindo sombra e conforto a familiares/assistência”.

“Falsa” é também a acusação de que o número de convidados por cada formando foi limitado. “É falso que apenas tenham sido permitidos três convidados por aluno”, garante a Direção Nacional, explicando que “essa foi a ideia inicial para permitir sentar todos os convidados”.

Porém, “perante os pedidos individuais dos formandos, não houve limite de convidados e houve quem levasse dezenas de familiares e amigos, que tiveram, inclusive, de se acomodar de pé, por não haver lugares sentados para todos”.

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