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Com agenda “reduzida ao mínimo", Marcelo está "atentíssimo" à campanha

O Presidente Marcelo Rebelo de Sousa nota que a pré-campanha eleitoral está a ser longa e exaustiva, mas com "muito esclarecimento".

Com agenda “reduzida ao mínimo", Marcelo está "atentíssimo" à campanha

O Presidente da República disse esta quarta-feira estar com a sua agenda “mais ligeira” tendo em conta o período eleitoral que se avizinha. Aos jornalistas, depois de ter estado no lançamento de um livro, questionado sobre a agenda, Marcelo justificou.

“É, é [propositado]. Já notaram isso? Claro, claro. Para não haver sobreposições nem interferências. Há de facto uma agenda reduzida ao mínimo. São compromissos internacionais, as Nações Unidas, entre o dia 22 e o dia 26, uma ou outra cerimónia que já estava apalavrada em termos militares, (…) e penso que muito pouco mais”. Apesar disso, garantiu estar “atentíssimo, como qualquer cidadão” à pré-campanha eleitoral.

E sobre a pré-campanha, o Presidente notou que tem sido, em geral, “longa, exaustiva, com muitas entrevistas, muitos debates, com muito esclarecimento dos cidadãos”. Sendo o chefe de Estado também um cidadão, “também ganha com o esclarecimento”, frisou, não deixando de sublinhar que as campanhas em democracia, mesmo quando são muito vivas, "dão força à democracia". 

Questionado pelos jornalistas sobre a pasta atribuída à comissária Elisa Ferreira (Coesão e Reformas), Marcelo, que já tinha referido que considerava uma pasta "importante para Portugal", explicou que, em primeiro lugar, "trata-se de uma pasta que reúne a ideia de coesão, que defendemos desde sempre mas em que éramos suspeitos de defender, e por isso sempre se pensou que não viria para a Portugal uma pasta que envolvesse fundos e coesão. Veio".

Em segundo lugar, destacou, "a coesão com uma ideia de sustentabilidade". E por fim, é uma pasta "com a ideia de reformas estruturais". "Há reformas estruturais que a UE tem de fazer e é criada uma nova direção geral para essas reformas estruturais. Não é só tentar reequilibrar os que estão desfavorecidos na Europa, é o que é preciso fazer na Europa toda para ser no futuro menos desigual e mais capaz de enfrentar os grandes desafios científicos e tecnológicos da revolução digital".

"Reunir isto tudo numa pasta penso que é imaginativo e bom para nós", comentou o chefe de Estado. 

Sobre Elisa Ferreira, só elogios: "Conhece muito bem o ambiente europeu. Tem muito prestígio, não é uma novata, rede de contactos e influência", realçou, preferindo não entrar "na polémica partidária que é inevitável que exista em tempo eleitoral". 

"Pus-me um bocadinho acima disso. É importante que Portugal finalmente tenha um papel a desempenhar em matéria de coesão e de fundos e é importante que seja ligado a uma ideia de sustentabilidade e a uma ideia de reformas estruturais. É positivo para o país"

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