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Surto de sarampo já matou 40 pessoas. Em Portugal não há casos

Graça Freitas diz que "Portugal está de facto em contraciclo em relação à situação de Sarampo na Europa". Mas deixa recomendações para quem vai de viagem para países atingidos por este surto.

Surto de sarampo já matou 40 pessoas. Em Portugal não há casos

A diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, falou esta quinta-feira com a comunicação social onde deixou uma mensagem apaziguadora para Portugal sobre o surto de sarampo que atingiu, em 2019, a Europa.

Ao todo, na Europa, foram registados mais de 90 mil casos de sarampo no primeiro trimestre de 2019. O surto chegou a mais de 53 países europeus e já matou, segundo Graça Freitas, mais de 40 pessoas.

Já Portugal, segundo a DGS, parece ter escapado a este surto, e "está em contraciclo", pelo menos por agora.

Graça Freitas revela que, depois de dois anos de surtos, "em 2018, atingimos as taxas de vacinação mais elevadas de sempre. 99% dos meninos com um ano de idade, residentes em Portugal, foram vacinados contra o sarampo".

Essa prevenção, faz com que Portugal esteja em risco mínimo, mas sublinha a DGS, "não em risco zero"

"Não temos risco zero, não há risco zero. Mas é um risco mínimo. Se importarmos os casos, podemos ter alguns casos secundários em Portugal, mas quanto mais a população estiver vacinada, maior é o grau de proteção", explica.

Em época de férias, Graça Freitas também deixa vários conselhos para quem vai viajar até algum dos países atingidos pelo surto.

A vacinação "tem de ser feita 15 dias antes da viagem" e quando se viaja para todo o mundo, não apenas para países onde é obrigatório fazê-la. "Consultem o boletim de vacinas eletrónico com antecedência. Caso não tenham as vacinas em ordem, os centros de saúde terão todo o gosto em fazê-lo", conclui. 

Recorde-se que a Organização Mundial de Saúde registou 89.994 casos de sarampo em 48 países europeus no primeiro semestre de 2019, mais do dobro do mesmo período do ano passado (44.175) e mais do que em todo o ano de 2018 (84.462). Esta doença reapareceu em quatro países na Europa em que já tinha sido extinto. 

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