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Caso Gémeas: Há factos que podem integrar prática de violência doméstica

Crianças de 10 anos foram retiradas aos pais e estão à guarda "de acolhimento residencial a título cautelar".

Caso Gémeas: Há factos que podem integrar prática de violência doméstica

O Ministério Público (MP) aplicou às irmãs gémeas, de 10 anos, que viveram durante anos numa garagem sem condições de higiene e estiveram três anos sem frequentar o ensino obrigatório, "a medida de acolhimento residencial a título cautelar".

Num comunicado enviado ao Notícias ao Minuto, A Procuradoria Geral da República (PGR) explica que, apesar de já ter conhecimento do caso desde 2017, só em julho de 2019 é que "novos elementos, incluindo a localização do agregado familiar", permitiram localizar as crianças.

O MP instaurou, igualmente, "um inquérito crime onde se investigam factos suscetíveis de integrarem a prática de crimes de violência doméstica" e este encontra-se em segredo de justiça.

Recorde-se que, na segunda-feira, a PSP informou que tinha detido um casal e resgatado duas crianças, que viviam no interior de uma garagem, em condições "deploráveis e sem salubridade", "andavam malvestidas", não iam à escola e "presenciavam agressões físicas e psicológicas entre os pais", na Amadora. A partir daí, as crianças foram acolhidas numa residência de acolhimento temporário e os pais sujeitos a uma medida de coação não privativa de liberdade, com privação de contactos com as vítimas.

Leia Também: MP abriu processo de proteção de natureza urgente das gémeas da Amadora

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