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Terrorista que matou pelo menos 49 pessoas esteve de férias em Portugal

Ataque terrorista aconteceu durante o período de oração em duas mesquitas em Chirstchurch.

Terrorista que matou pelo menos 49 pessoas esteve de férias em Portugal
Notícias ao Minuto

17:25 - 15/03/19 por Notícias Ao Minuto 

País Terrorismo

Brenton Tarrant, de 28 anos, é apontado como o autor dos dois atentados que tiraram a vida a pelo menos 49 pessoas em Chirstchurchna, na Nova Zelândia. O suspeito esteve de férias em Portugal, conforme o próprio referiu no manifesto onde explica as motivações do ataque.

No capítulo sobre que situações em particular o levaram a cometer este ataque violento, Brenton faz referência a uma viagem que fez pela Europa, tendo passado por Portugal, Espanha, França e outros países. 

Foi nessa altura, em 2017, que aconteceram dois episódios que o fizeram mudar "radicalmente" o seu ponto de vista. 

"O primeiro evento que provocou a mudança na minha cabeça foi o ataque em Estocolmo, no dia 7 de abril de 2017. Foi mais um ataque terrorista numa série de tantos outros que nunca mais acabam", escreveu. 

"Não podia mais ignorar ignorar os ataques. Atacaram o meu povo, a minha cultura, a minha fé e a minha alma", lê-se no manifesto de 87 páginas intitulado 'A grande mudança: Rumo a uma nova sociedade'. 

O segundo episódio relatado diz respeito às eleições francesas de 2017 em que a sua crença numa solução democrática "desapareceu". 

Noutra parte do documento, onde responde à pergunta de porque levou a cabo o ataque, responde: "Acima de tudo para mostrar aos invasores que o nosso território nunca vai ser o seu, as nossas pátrias são nossas e que, enquanto um homem branco viva, nunca vão conseguir conquistar as nossas terras ou substituir os nossos cidadãos". 

Faz também referência a Anders Breivik, o terrorista de extrema-direita norueguês que matou 77 pessoas com uma carrinha bomba e uma arma em 2011, referindo que recebeu a "bênção" através dos seus associados. Fala ainda de Donald Trump, o presidente dos Estados Unidos, como "um símbolo de identidade branca renovada e objetivo comum".

Afirma que chegou à Nova Zelândia “para viver temporariamente para planear e treinar", mas depois decidiu realizá-lo naquele país. Explica também que começou a organizar o ataque há dois anos e "um ataque em Christchurch com três meses de avanço".

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