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Relatório sobre incêndios "tido em conta na transformação do sistema"

O ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, garantiu hoje que muitas das informações contidas no relatório sobre os incêndios de outubro de 2017 são tidas "em conta no processo de transformação do sistema" que o Governo está a fazer.

Relatório sobre incêndios "tido em conta na transformação do sistema"
Notícias ao Minuto

16:05 - 28/02/19 por Lusa

País Eduardo Cabrita

O relatório "Análise dos Incêndios Florestais ocorridos a 15 de outubro de 2017", elaborado pelo Centro de Estudos sobre Incêndios Florestais da Universidade de Coimbra, sob coordenação de Domingos Xavier Viegas, foi hoje tornado público pelo Ministério da Administração Interna.

"Muito daquilo que está neste relatório é tido em conta no processo de transformação do sistema que temos vindo a desenvolver", respondeu Eduardo Cabrita, na conferência de imprensa realizada no final do Conselho de Ministros, em Lisboa.

O relatório foi elaborado pela equipa liderada pelo professor Xavier Viegas, a pedido do Governo.

"Teremos em conta a sua avaliação daquele caso concreto de 15 de outubro fundamentalmente para que, como fizemos em 2018, em 2019 se continue a aprofundar um trabalho que nos permita compreender quanto é necessária uma mudança radical na consciência da sociedade portuguesa relativamente à importância da prevenção, da autoproteção", defendeu.

Para Eduardo Cabrita, "esse é o melhor investimento" para Portugal estar "melhor preparado para o combate".

As áreas de intervenção do executivo, segundo o ministro, têm sido a aposta "numa estreita articulação - que foi visível já em 2018, mas que se pretende melhorar em 2019 - entre todas as estruturas do setor", a "prioridade absoluta à atividade preventiva e à incorporação de conhecimento no sistema" e a "importância da autoproteção".

"Necessidade de absoluta coordenação de forças e, aqui, a lei orgânica insere-se também neste caminho", acrescentou ainda.

O ministro da tutela fez questão de recordar "uma pergunta bizarra" que lhe foi feita a meio de agosto sobre "se na estratégia que tinha sido adotada não havia uma preocupação desmesurada com a salvaguarda da vida humana".

"A homenagem às vítimas dos incêndios de outubro de 2017 obrigam-nos de facto a colocar - fizemo-lo em 2018, continuaremos a fazê-lo - a defesa das populações, a defesa das aldeias como prioridade absoluta", assegurou.

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