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Juiz Ivo Rosa volta a dar razão a um arguido do processo Marquês

O juiz Ivo Rosa aceitou o pedido de Joaquim Barroca, administrador do Grupo Lena, para não ter caução com medida de coação.

Juiz Ivo Rosa volta a dar razão a um arguido do processo Marquês

A notícia está a ser avançada pela TVI24 e dá conta de que o administrador do Grupo Lena, um dos arguidos do processo Operação Marquês, tinha uma caução de 400 mil euros, mas a defesa de Joaquim Barroca contestou e o juiz Ivo Rosa manifestou-se favorável.

Antes, recorda a televisão de Queluz, já o arguido Armando Vara tinha feito o mesmo pedido em relação a uma caução de 300 mil euros.

É previsível, por isso, que também neste caso o Ministério Público recorra da decisão do juiz Ivo Rosa para o Tribunal da Relação, como sucedeu com Armando Vara.

O ex-administrador do Grupo Lena, Joaquim Baroca, é um dos 19 arguidos do caso Marquês e está acusado dos crimes de corrupção ativa de titular de cargo político, corrupção ativa, branqueamento de capitais, falsificação de documento e fraude fiscal qualificada.

No passado dia 28 de janeiro, arrancou a fase de instrução da Operação Marquês, no Tribunal Central de Instrução Criminal (TCIC). A primeira arguida a ser ouvida foi Bárbara Vara, filha de Armando Vara - que entretanto está a cumprir pena no âmbito do processo Face Oculta - mas um dos mais importantes arguidos do caso, o ex-presidente do BES Ricardo Salgado, não requereu a abertura da instrução.

A Operação Marquês, recorde-se, teve início a 19 de julho de 2013 e culminou na acusação a 28 arguidos - 19 pessoas e nove empresas - pela prática de quase duas centenas de ilícitos económico-financeiros.

José Sócrates, que esteve preso preventivamente durante dez meses e depois em prisão domiciliária, está acusado de três crimes de corrupção passiva de titular de cargo político, 16 de branqueamento de capitais, nove de falsificação de documentos e três de fraude fiscal qualificada.

Entre outros pontos, a acusação sustenta que Sócrates recebeu cerca de 34 milhões de euros, entre 2006 e 2015, a troco de favorecimentos a interesses do ex-banqueiro Ricardo Salgado no Grupo Espírito Santos e na PT, bem como por garantir a concessão de financiamento da Caixa Geral de Depósitos ao empreendimento Vale do Lobo, no Algarve, e por favorecer negócios do Grupo Lena.

[Notícia atualizada às 17h50]

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