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STE diz não compreender ausência de atualização nas remunerações

A presidente do Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (STE), Helena Rodrigues, disse hoje não compreender a ausência de atualização nas remunerações, mas afirmou acreditar que o Governo vai ter em conta os argumentos da estrutura.

STE diz não compreender ausência de atualização nas remunerações
Notícias ao Minuto

21:21 - 07/12/18 por Lusa

País Helena Rodrigues

"Estamos ainda em processo negocial, a questão está ainda em cima da mesa. É evidente que nós não aceitamos e temos dificuldade em entender que não haja atualização de remunerações", declarou Helena Rodrigues aos jornalistas à saída da reunião com a secretária de Estado da Administração e do Emprego Público, Maria de Fátima Fonseca.

No entanto, a presidente do STE disse acreditar que "o Governo, com certeza, vai ter em consideração" os argumentos da estrutura.

"Não é possível continuar sem atualização salarial, designadamente naquilo que seja o valor da inflação, senão continuamos todos a empobrecer e não é este o caminho", concluiu.

Em causa está uma proposta de aumento no nível mais baixo de remuneração da administração pública de 580 euros para 635 euros, segundo um comunicado do Ministério das Finanças hoje divulgado.

Por sua vez, O dirigente da Federação de Sindicatos da Administração Pública (FESAP), José Abraão, já tinha dito, à saída do encontro, que o Governo, "se quiser", pode reunir as condições para cumprir o compromisso de aumentos salariais para a administração pública em 2019, demonstrando-se ainda contra a possibilidade dos funcionários públicos trabalharem além dos 70 anos.

Já a coordenadora da Frente Comum dos sindicatos da administração pública, Ana Avoila, referiu que se mantém a "inexistência de aumentos salariais", defendendo que o Governo apresenta uma "argumentação falaciosa" de combate à pobreza, tendo em conta que é obrigado a "aumentar o primeiro nível da tabela remuneratória única", em função do aumento do salário mínimo nacional, hoje apresentado aos parceiros sociais.

Também hoje, na reunião da Concertação Social, o Governo propôs que o valor do salário mínimo nacional seja fixado nos 600 euros a partir de 01 de janeiro de 2019. O salário mínimo nacional é atualmente de 580 euros.

As confederações patronais admitiram um acordo na Concertação Social para aumentar o salário mínimo nacional, desde que seja para 600 euros em 2019, mas as centrais sindicais recusaram, exigindo um montante superior.

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