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#Somos táxi: Preparados para tudo. As imagens do protesto dos taxistas

Os taxistas estão, esta quarta-feira, em protesto em Lisboa Porto e Faro contra a nova lei que regula as plataformas eletrónicas de transporte em veículos descaracterizados, afirmando estar preparados para prolongar a manifestação por vários dias. Esta tarde, serão recebidos pelos grupos parlamentares do PS, BE, CDS-PP, PCP e PEV.

Notícias ao Minuto

11:25 - 19/09/18 por Filipa Matias Pereira com Lusa  

País Manifestação

Na manhã desta quarta-feira, cerca de 1.300 taxistas integravam o protesto contra a lei que regula as plataformas de transporte em veículos descaracterizados, nas cidades de Lisboa, Faro e Porto.

Ao início da tarde, os manifestantes diziam estar munidos de material para pernoitar bem como ter alimentação assegurada para permanecer durante vários dias em protesto, garantindo que só saem quando os seus direitos forem salvaguardados.

Entretanto, quatro partidos confirmaram já à comunicação social os encontros com representantes do setor do táxi no Parlamento, indicando as horas das reuniões: PS (13h00) PCP (13h30), BE (14h00) e CDS-PP (14h30).

Também o PSD se mostrou disponível para receber os taxistas, mas, segundo o partido, não foi feito qualquer pedido de reunião até ao final da manhã.

Por sua vez, o Governo, na figura do ministro do Ambiente, José Matos Fernandes, recordou que a lei que regula as plataformas eletrónicas de transporte como a Uber ou a Cabify mereceu um "consenso alargado" na Assembleia da República, apesar do veto presidencial.

"Da nossa parte estamos a fazer tudo aquilo com que nos comprometemos, a lei é uma lei da Assembleia da República que está aprovada, está promulgada e o que acontece em qualquer lei é, neste caso, no dia 1 de novembro a lei entra em vigor", declarou.

Saliente-se que os taxistas manifestam-se contra a entrada em vigor, prevista para novembro, da lei que regula as quatro plataformas eletrónicas de transporte que operam em Portugal -  Uber, Taxify, Cabify e Chauffeur Privé.

Este protesto tem sido caracterizado pelo estacionamento de viaturas ao longo das ruas, como se pode ver nas fotos da galeria e que exibem a Avenida da Liberdade, em Lisboa. 

Na capital, para além da artéria mais central da cidade, foi ainda cortada ao trânsito a Praça dos Restauradores, excetuando-se apenas a circulação de veículos de emergência, polícia e transporte coletivo de passageiros. 

Recorde-se ainda que a legislação que está na base deste protesto foi promulgada no dia 31 de julho pelo Presidente da República, depois de este ter sido vetado inicialmente, a 29 de abril, já que o diploma suscitava, no seu entendimento, "duas reservas políticas de fundo". 

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