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Telemóvel do autarca de Pedrógão apreendido pela PJ? "Não, não foi!"

PJ fez buscas à Câmara Municipal de Pedrógão Grande, esta quarta-feira, por suspeitas de ilegalidade no processo de reconstrução das casas afetadas pelo incêndio do ano passado.

Telemóvel do autarca de Pedrógão apreendido pela PJ? "Não, não foi!"
Notícias ao Minuto

13:41 - 13/09/18 por Sara Gouveia 

País Polémica

A Câmara Municipal de Pedrógão Grande negou esta quinta-feira que durante as buscas feitas durante o dia de ontem às suas instalações, bem como à Casa da Cultura, tenha sido apreendido o telemóvel do autarca Valdemar Alves. Um taxativo "não, não foi" pode ler-se numa nota enviada às redações.

Na mesma nota de esclarecimento, o executivo camarário classifica a informação que dava conta da apreensão do aparelho como tendo sido "inventada" e que não haverá "nada mais falso". "O telemóvel do Presidente de Pedrógão Grande, Valdemar Alves, não foi apreendido pelos elementos da PJ que ontem se deslocaram aos Paços do Concelho", sublinha-se.

"O presidente [da Câmara] de Pedrógão Grande e demais elementos da Câmara e os inspectores da PJ procuraram, demoradamente e diligentemente, os documentos que poderão tornar-se úteis para o apuramento da verdade, desejada por todos", mas sobre "a demais informação o gabinete do Presidente da Câmara de Pedrógão Grande tem de respeitar o segredo de Justiça".

Por fim, apela-se aos "órgãos de Comunicação Social que tenham mais cuidado ao reproduzirem notícias com base em fontes não credíveis, solicitando sempre a sua confirmação".

Recorde-se que as buscas realizadas durante o dia de ontem, pela Polícia Judiciária, foram motivadas por suspeitas de crimes de burla qualificada, falsificação de documentos, participação económica em negócios, corrupção e abuso de poder relacionados com o processo de reconstrução das casas afetadas pelo incêndio do ano passado.

Nessa sequência a autarquia garantiu que as diligências foram levadas a cabo a seu pedido.

Na origem do processo estão denúncias feitas por duas reportagens, uma da Visão e outra da TVI, que aludiam a situações ilegais na atribuição de fundos para a reconstrução de habitações.

Por sua parte o edíl continua a negar que quaisquer ilegalidades tenham sido cometidas.

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