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Colocações nos politécnicos "reforçam coesão territorial"

O conselho coordenador dos institutos superiores politécnicos (CCISP) defendeu, em comunicado, que o total de colocações de estudantes nestas instituições "reforça a coesão territorial" e mostra confiança nos politécnicos.

Colocações nos politécnicos "reforçam coesão territorial"
Notícias ao Minuto

13:14 - 09/09/18 por Lusa

País CCISP

"Na primeira fase do concurso nacional de acesso ingressaram nas instituições politécnicas 16.973 estudantes, o que representa uma taxa de colocação de cerca de 75% face às vagas colocadas a concurso. Este é um valor semelhante ao de 2017, no mesmo ano que assistimos a uma redução de cerca de 5% no número de candidatos ao ensino superior e a uma redução de vagas no mesmo montante nas instituições localizadas em Lisboa e no Porto, revelador da resiliência e da confiança no sistema de ensino superior politécnico", defendeu o CCISP em comunicado.

Citado no documento, o presidente do CCISP, Pedro Dominguinhos, destaca que o aumento de colocados nos politécnicos e de candidatos em primeira opção revela "maior atratividade das instituições localizadas no interior", acrescentando que entre as cinco instituições que mais cresceram neste concurso de acesso três são politécnicos localizados em territórios de baixa densidade.

Os dados levam Pedro Dominguinhos a afirmar "a política de redução de vagas em Lisboa e no Porto, a par da candidatura ao programa Mais Superior em simultâneo com o Concurso Nacional de Acesso, estão a produzir os resultados desejados, evidenciado a importância e o papel que estes politécnicos têm no desenvolvimento e coesão destes territórios".

O presidente do CCISP apela ainda a uma "reflexão aprofundada" sobre as condições de ingresso nos cursos de formação de professores, que este ano registaram uma queda acentuada de candidatos.

De acordo com os dados hoje divulgados pela Direção-Geral do Ensino Superior (DGES), a área de formação de professores, colocou apenas 693 estudantes no ensino superior na primeira fase do concurso nacional de acesso, deixando por preencher quase metade das vagas: ficaram vazios 520 lugares dos 1.204 disponíveis.

Pedro Dominguinhos destaca ainda o crescimento de estudantes internacionais e de estudantes nos cursos técnicos superiores profissionais.

Mais de 10% dos candidatos à primeira fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior não conseguiram entrar numa instituição pública, com 43.992 colocados entre 49.362 candidatos, revelam os dados hoje divulgados pela Direção-Geral do Ensino Superior (DGES).

Para as próximas fases de acesso ao ensino superior sobraram este ano 7.290 vagas, mais do que os 6.225 lugares que restaram em 2017.

Os estudantes podem este ano escolher um dos 1.068 cursos disponíveis, entre licenciaturas, mestrados integrados e cursos preparatórios.

Os resultados da primeira fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior são hoje divulgados pela DGES, no seu portal (http://www.dges.gov.pt), a partir das 00:00, ficando ainda disponíveis para consulta pelos alunos através da aplicação para telemóvel ES Acesso.

As candidaturas à segunda fase do concurso nacional de acesso decorrem entre 10 e 21 de setembro, para a qual ficam disponíveis as vagas sobrantes da primeira fase, as vagas da primeira fase para as quais não se tenha concretizado a matrícula dos alunos colocados e as vagas da primeira fase libertadas por alunos que tentem outra colocação na segunda.

Os resultados da segunda fase do concurso são divulgados em 27 de setembro.

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