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Governo e professores não chegam a acordo. Greve entre 1 e 4 de outubro

O secretário-geral da Federação Nacional dos Professores fez saber que a luta vai continuar e que os primeiros dias de outubro trarão uma greve do pessoal docente.

Governo e professores não chegam a acordo. Greve entre 1 e 4 de outubro

Terminou sem acordo a reunião que decorreu, na tarde desta sexta-feira, no Ministério da Educação, em Lisboa, entre a tutela e dez estruturais sindicais que assinaram a declaração de compromisso assinada a 18 de novembro com o Governo.

À saída do encontro, Mário Nogueira, secretário-geral da Fenprof, disse aos jornalistas que a reunião não foi mais do que uma “comédia de mau gosto”, queixando-se de as conclusões da mesma representarem um “retrocesso tremendo”.

Em resposta à falta de acordo com o ministro da Educação, o secretário-geral da Fenprof revelou que vêm aí mais formas de luta.

“Esta reunião foi um autêntico deserto sem respostas”, lamentou, frisando que o tempo agora é de “luta”, pois “neste momento não há negociação”.

“Acabou”, afirmou o responsável, revelando que os professores vão estar em greve entre os dias 1 e 4 de outubro e que no dia 5 haverá uma manifestação nacional.

“Estamos conscientes de que isto vai trazer muita intranquilidade às escolas, estamos tristes por assim ser, mas isto é inevitável”, lamentou.

O braço-de-ferro entre professores e Governo dura desde novembro de 2017. Em causa está a contabilização do tempo de serviço que esteve congelado durante os anos da troika. Os professores querem que a totalidade deste tempo seja contada para efeitos de carreira, uma proposta que o Governo não quer aceitar.

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