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"Hoje estamos a fazer aquilo que antes não foi feito", diz António Costa

O primeiro-ministro está na Guarda de visita à obra de construção da ligação entre a Linha da Beira Baixa e a da Beira Alta.

"Hoje estamos a fazer aquilo que antes não foi feito", diz António Costa

António Costa aproveitou a visita que está fazer, esta sexta-feira, à obra de construção da ligação entre a Linha da Beira Baixa e da Beira Alta para criticar a postura do anterior governo sobre a ferrovia e garantir que a prioridade do atual Executivo é resolver os problemas que afetam a linha ferroviária nacional.

“O que é importante é fazer o que não foi feito, antes não era feito, agora é feito. A prioridade agora é a ferrovia e é nessa prioridade que temos de nos concentrar. Felizmente, o que estamos aqui a ver é que não temos só um programa [Ferrovia 2020], temos obra de concretização”, começou por dizer o primeiro-ministro aos jornalistas.

O governante, que estava acompanhado pelo ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, explicou ainda que a ligação entre a Covilhã e a Guarda, que estava encerrada há 10 anos era uma “velha aspiração” do distrito pois é essencial para revitalizar estas duas cidades.

“Esta ligação é muito significativa. O que estamos a fazer é a obra que vai permitir que em meados do próximo ano esta ligação, entre a Guarda e a Covilhã, esteja restabelecida e isso significa que nós hoje estamos a fazer aquilo que antes não foi feito. Estas obras são essenciais para a revitalização do Interior pois atraem atividades empresariais, que geram emprego e que permitem fixar a população aqui”, explicou, acrescentando que esta obra faz parte do programa Ferrovia 2020, aprovado em 2016, e que prevê um investimento de 2 mil milhões de euros na ferrovia de um pouco por todo o país.

Em jeito de conclusão, António Costa lembrou que, na quinta-feira, o Conselho de Ministros aprovou a aquisição de um conjunto de composições para reforçar os comboios regionais.

Recorde-se ainda que o estado da ferrovia portuguesa tem sido muito discutido nos últimos meses. Esta quinta-feira, o ministro do Planeamento e das Infraestruturas acusou o anterior governo de “atacar declaradamente a ferrovia nacional para cumprir a sua estratégia de privatização da EMEF e de algumas linhas da CP, reduzindo trabalhadores que tanta falta faziam”, isto depois de o CDS-PP ter apresentado um requerimento para ouvir Pedro Marques sobre o estado da ferrovia portuguesa no Parlamento.

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