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ARS Algarve: 3000 rastreios a cancro de cólon e reto. 95 reencaminhados

A Administração Regional de Saúde do Algarve revelou hoje que, entre setembro e julho, encaminhou 95 utentes para o Centro Hospitalar Universitário da região após testes positivos no âmbito do rastreio do cancro do cólon e do reto.

ARS Algarve: 3000 rastreios a cancro de cólon e reto. 95 reencaminhados
Notícias ao Minuto

19:45 - 31/07/18 por Lusa

País saúde

Os dados revelados pela Administração Regional de Saúde (ARS) algarvia dão conta da realização de 3.000 testes de Pesquisa de Sangue Oculto nas Fezes (PSOF), dos quais 95 casos foram positivos e encaminhados para a unidade hospitalar de referência na região, o Centro Hospitalar Universitário do Algarve (CHUA), precisou o organismo num comunicado.

"Entre setembro de 2017 e a primeira quinzena de julho foram realizados cerca de 3.000 testes de PSOF no âmbito deste programa de rastreio. Destes, 95 (3,2%) foram positivos e encaminhados para o Centro Hospitalar Universitário do Algarve para a realização de colonoscopia, cumprindo os prazos clínicos estipulados pelo programa", quantificou a ARS.

A mesma fonte referiu que, durante o mês de julho, foram realizados rastreios do cancro do cólon e reto aos utentes dos concelhos de Faro e de Olhão, ao abrigo "do programa de rastreios que arrancou no mês de setembro de 2017 na região" do Algarve como "projeto-piloto" destinado a "utentes da Unidade de Saúde Familiar (USF) Ria Formosa, em Faro, e da Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados (UCSP) em São Brás de Alportel".

Estas duas unidades integram o Agrupamento de Centros de Saúde (ACeS) do Algarve Central, que irá ficar totalmente coberto pelo rastreio até ao final do ano, quando o serviço for alargado aos utentes dos concelhos de Loulé e Albufeira, revelou também a ARS algarvia.

A mesma fonte esclareceu que os restantes concelhos do distrito de Faro, pertencentes aos "ACeS Sotavento e do ACeS Barlavento, serão progressivamente incluídos no rastreio no início de 2019".

"Este rastreio, de base populacional, tem como público-alvo homens e mulheres dos 50 aos 75 anos, e tem como objetivo diminuir a morbilidade e mortalidade por cancro do cólon e reto, através da deteção e tratamento precoce das lesões encontradas, com melhoria da eficácia, eficiência da intervenção e da taxa de sobrevivência", justificou a ARS do Algarve.

A mesma fonte precisou que as convocatórias para os rastreios são geridas e monitorizadas pelo "Núcleo de Rastreios da ARS Algarve" e "a leitura dos testes" é feita pelo Laboratório Regional de Saúde Publica do Algarve, Dra. Laura Ayres, localizado no Parque das Cidades, entre Faro e Loulé.

A ARS referiu ainda que "todos os utentes com teste de Pesquisa de Sangue Oculto nas Fezes (PSOF) positiva são encaminhados para realizar a colonoscopia de 'follow up' [seguimento em inglês], no Centro Hospitalar Universitário do Algarve (CHUA), até 30 dias após a emissão do resultado".

Estes procedimentos permitem, argumentou a ARS, "aumentar a taxa de sobrevivência, reduzir a proporção de cancros diagnosticados (...)", mas também "diminuir as abordagens terapêuticas mais agressivas e melhorar a efetividade terapêutica" dos tratamentos.

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