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“Nós queremos negociar, não podemos é ceder naquilo que é ilegal”

Líder da Fenprof disse hoje aos jornalistas que conferência de imprensa de hoje serviu para “repetir que não há intransigência absolutamente nenhuma, o que há é um acordo que foi assinado em novembro”.

“Nós queremos negociar, não podemos é ceder naquilo que é ilegal”
Notícias ao Minuto

17:56 - 08/06/18 por Natacha Nunes Costa 

País Mário Nogueira

O líder da Fenprof, Mário Nogueira, disse aos jornalistas, esta sexta-feira, junto ao Ministério da Educação, que a conferência de imprensa realizada hoje serve para “repetir que não há intransigência absolutamente nenhuma, o que há é um acordo, um compromisso que foi assinado em novembro passado”, compromisso esse que, diz o sindicalista, “aponta para a recuperação de todo o tempo de serviço dos professores”.

“Estamos aqui para dizer ao senhor ministro da Educação e ao Governo que nós não estamos indisponíveis para, muito pelo contrário, nós queremos negociar, não podemos é ceder naquilo que é ilegal, porque se cedermos no tempo de serviço a recuperar estaríamos a cometer uma ilegalidade porque a lei diz que é toda”, explicou Mário Nogueira adiantando que, “pode haver alguma aproximação às posições do Governo em relação ao prazo. Porque a declaração de compromisso prevê que seja até 2023 e se nos provarem com as contas os 600 milhões não são atirados para o ar, podemos negociar este aspeto”.

Mário Nogueira garante ainda que esta recomendação dos professores foi mais apoiada pelos deputados do que o próprio Orçamento de Estado.

“O Orçamento de Estado teve votos contra e esta resolução não teve votos contra. Os partidos que aprovaram o Orçamento de Estado aprovaram esta resolução e os que votaram contra Orçamento abstiveram-se”, diz o líder da Fenprof aproveitando para explicar que, os deputados que se abstiveram só não votaram favoravelmente porque o Governo apresentou contas sobre a recuperação.

Recorde-se que o secretário-geral da Federação Nacional dos Professores, Mário Nogueira, já tinha falado, em nome das 10 estruturas sindicais que convocam as paralisações, que a greve às avaliações, entre 18 a 29 de junho, poderá estender-se até outubro, se "o problema não estiver resolvido".

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