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Trump quer respostas "inequívocas" da Rússia no caso de ex-espião russo

O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou hoje que a Rússia tem que dar respostas "inequívocas" no caso do envenenamento de um ex-espião russo e da filha, na sequência de uma conversa telefónica com a primeira-ministra do Reino Unido.

Trump quer respostas "inequívocas" da Rússia no caso de ex-espião russo
Notícias ao Minuto

19:43 - 13/03/18 por Lusa

Mundo EUA

"Os dois líderes acreditam que deve haver consequências para aqueles que usam essas armas odiosas em violação flagrante das normas internacionais, lê-se num comunicado divulgado pela Casa Branca, citado pela agência France Presse (AFP).

Sergueï Skripal, de 66 anos, e a filha Yulia, de 33 anos, foram encontrados inconscientes no dia 04 de março, num banco num centro comercial em Salisbury, no sul de Inglaterra.

Na quarta-feira seguinte, o chefe da polícia antiterrorista britânica, Mark Rowley, revelou que o ex-agente duplo russo e a filha tinham sido vítimas de um ataque deliberado com um agente neurotóxico, um componente químico que ataca o sistema nervoso e que pode ser fatal.

Na conversa telefónica, de acordo com o governo britânico, citado pela AFP, Donald Trump assegurou à primeira-ministra britânica, Theresa May, que os Estados Unidos estão "com o Reino Unido até ao fim", concordado que o governo russo tem que dar "respostas inequívocas sobre como aquele agente neurotóxico veio a ser usado"

Theresa May reiterou ao Presidente norte-americano a opinião do Reino Unido de que "é altamente provável que a Rússia tenha sido responsável pelo ataque a Sergueï e Yulia Skripal".

A Rússia disse que não irá cumprir o prazo estabelecido pelo Reino Unido -- meia-noite de terça-feira -- para dar respostas, a menos que o Reino Unido partilhe amostras do agente neurotóxico em questão.

Sergueï e Yulia Skripal estão hospitalizados, nos cuidados intensivos, em "estado crítico, mas estável".

Também hospitalizado está um polícia, um dos primeiros a chegar ao local para socorrer o ex-espião russo e a sua filha. O elemento das forças policiais está consciente e encontra-se em "estado grave, mas estável".

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