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Maquinista afinal não estava ao telefone no momento do acidente

O comboio que descarrilou em Santiago de Compostela, Galiza, ia a uma velocidade de 179 quilómetros quando saiu dos carris, mas o maquinista deixou de falar ao telefone onze segundos antes, revelam novas informações oficiais hoje divulgadas.

Maquinista afinal não estava ao telefone no momento do acidente

O comboio que descarrilou em Santiago de Compostela, na Galiza, provocando 79 mortos, ia a uma velocidade de 179 quilómetros, tendo quatro segundos mais tarde reduzido para 153, quando já se encontrava fora dos carris, revelou o Tribunal Superior da Justiça da Galiza, após analisar as caixas negras.

De acordo com a mesma fonte, o maquinista Francisco José Garzón Amo, acusado do homicídio involuntário de 79 pessoas, deixou de falar ao telefone onze segundos antes do descarrilamento, que ocorreu às 20:41 locais (menos uma hora em Lisboa).

A informação anteriormente divulgada pelo mesmo tribunal dava conta de que o maquinista estava a falar ao telefone na ocasião do acidente.

Após a análise das primeiras informações, a instância judicial informara igualmente que a composição circulava a 153 quilómetros por hora no momento do descarrilamento.

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