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Ativista social assassinada no centro da Colômbia

A ativista social e defensora do meio ambiente, Yolanda Maturana, foi assassinada no centro da Colômbia por homens armados que irromperam em sua casa e a atingiram com vários disparos, informou hoje fonte oficial.

Ativista social assassinada no centro da Colômbia

© Reuters

Lusa
02/02/2018 18:00 ‧ há 7 anos por Lusa

Mundo

Yolanda Maturana

A defensora do povo do departamento de Risaralda, Elsa Gladys Cifuentes, confirmou aos jornalistas que Maturana foi assassinada em sua casa, situada no município de Pueblo Rico, por homens encapuçados que se deslocaram a esta localidade.

A vítima era conhecida nos departamentos de Risaralda (centro) e Chocó (nordeste) por denunciar a atividade mineira ilegal nesta região da Colômbia e a poluição das fontes hídricas.

Em 2017 foram assassinados na Colômbia pelo menos 73 ativistas e dirigentes sociais, segundo o gabinete das Nações Unidas.

A morte de mais uma ativista social na Colômbia coincide com a permanência do bloqueio negocial entre o Governo e a guerrilha do Exército de Libertação Nacional (ELN), após um primeiro acordo de cessar-fogo que expirou em janeiro.

Hoje, o negociador principal do ELN voltou a apelar ao Presidente Juan Manuel Santos para regressar à mesa das negociações e garantir um compromisso que constrinja o próximo governo a prosseguir o diálogo.

O chefe de Estado colombiano ordenou a interrupção das conversações, que têm decorrido em Quito, capital do Equador, após uma vaga de ataques no fim de semana que provaram sete mortos entre as forças policiais e ainda 48 feridos.

Os atentados atribuídos ao ELN ocorreram após o encontro em Quito, na semana passada, entre o chefe da delegação oficial e ex-vice-presidente colombiano, Gustavo BellGustavo Bell e delegados do ELN, para tentar retomar as negociações de paz, e garantir uma nova cessação das hostilidades.

O cessar-fogo bilateral esteve em vigor desde 01 de outubro, e terminou no passado dia 09 de janeiro.

O Governo colombiano e a guerrilha do ELN promovem diálogos no Equador desde fevereiro de 2017, apoiados pelo Brasil, Cuba, Chile, Noruega e Venezuela na qualidade de países garantes.

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