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Inconformados com crise na Guiné-Bissau acusam comunidade internacional

O Movimento de Cidadãos Inconformados com a crise política na Guiné-Bissau acusou hoje a comunidade internacional de "passividade e de brincadeira com o povo guineense", que sofre nas mãos do Presidente do país, José Mário Vaz.

Inconformados com crise na Guiné-Bissau acusam comunidade internacional
Notícias ao Minuto

21:54 - 12/01/18 por Lusa

Mundo Passividade

A margem de um comício popular, organizado em Bissau, o porta-voz do Movimento de Cidadãos Conscientes e Inconformados com a crise política, Sumaila Djaló, afirmou que a atuação da comunidade internacional "apenas permite ao Presidente ganhar tempo".

"A comunidade internacional não pode ter o povo da Guiné-Bissau a sofrer com um regime anticonstitucional da República e não se posicionar de forma clara. Está a brincar com o povo da Guiné-Bissau", defendeu Sumaila Djaló.

O porta-voz apontou o dedo à Comunidade Económica de Estados da Africa Ocidental (CEDEAO) e à representação da ONU em Bissau, para as acusar de "falta de posição clara" perante a crise guineense.

"Estamos a pedir à comunidade internacional que se posicione de forma incisiva para demonstrar que, de facto, compreende o problema em que estamos, para demonstrar que não está a dormir perante um Governo ilegal", declarou Sumaila Djaló.

Sobre as informações que circulam no país, indicando que o primeiro-ministro, Umaro Sissoco Embaló, teria entregado hoje ao Presidente guineense o pedido de demissão do cargo, o porta-voz dos Inconformados disse que a saída de Embaló "por si só não resolve o problema".

"Se o 'Jomav' quiser demitir o seu Governo que o demita. Mas o problema é o Presidente, que deve demitir-se para irmos a eleições gerais antecipadas, em 2018", notou Djaló, referindo-se a José Mário Vaz pelo nome pelo qual é conhecido no país.

Os Inconformados, constituídos na sua maioria por jovens dos liceus e das universidades de Bissau, prometem realizar um comício popular na próxima sexta-feira, "para continuarem a exigir a renúncia do Presidente" da República, sublinhou Sumaila Djaló.

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