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Ativistas denunciam violações dos direitos dos negros no Brasil

Ativistas da Amnistia Internacional concentraram-se hoje em frente ao Ministério da Justiça do Brasil para contestar as violações dos direitos humanos da população negra, maioritária no país.

Ativistas denunciam violações dos direitos dos negros no Brasil
Notícias ao Minuto

14:11 - 06/12/17 por Lusa

Mundo Amnistia

"Exigimos o direito a uma vida livre de preconceitos e de violência", diz um documento entregue pela Amnistia Internacional ao Ministério da Justiça, citando vários relatórios que retratam o alto nível de violência sofrida por negros e mulatos, que representam perto de 55% da população brasileira.

De acordo com esses dados, cerca de 23 mil jovens negros são assassinados todos os anos no país, o que equivale a 70% das pessoas que perdem a vida em atos de violência.

O documento exige que o Governo do Brasil "confronte corajosamente o racismo estrutural e institucional" com "políticas públicas integradas de segurança pública, educação, cultura, trabalho e mobilidade urbana", porque a população negra também é a que mais sofre com a pobreza, o desemprego e a falta de habitação decente ou de serviços básicos.

A diretora da Amnistia Internacional no Brasil, Jurema Werneck, disse que o documento entregue às autoridades do Ministério da Justiça brasileiro tem 63.132 assinaturas recolhidas através de uma plataforma online e representa o "sentimento maioritário da sociedade brasileira".

De acordo com Werneck, o Estado brasileiro tem o "dever" de "valorizar e preservar a vida" da população negra e garantir plenamente a "segurança e integridade física, mental e moral de toda a juventude negra" no país.

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