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Coreia do Norte ameaça lançar bomba de hidrogénio no Pacífico

O ministro dos Negócios Estrangeiros norte-coreano disse hoje que o seu país poderá lançar, como forma de teste, uma bomba nuclear de hidrogénio para o oceano Pacífico, como parte da "resposta ao mais alto nível" contra os EUA.

Coreia do Norte ameaça lançar bomba de hidrogénio no Pacífico
Notícias ao Minuto

06:04 - 22/09/17 por Notícias Ao Minuto com Lusa

Mundo Tensão

"Poderá tratar-se da mais poderosa das detonações de uma bomba H no Pacífico", disse Ri Yong-ho aos órgãos de comunicação sul-coreanos no hotel em Nova Iorque, onde se encontra para assistir à 72.ª Assembleia Geral da ONU.

Ri, que já comentara, quinta-feira, que Trump parecia "um cão a ladrar", respondia assim a uma questão sobre a mensagem do líder Kim Jong-un que, em declarações recolhidas pouco antes pelos 'media' norte-coreana, advertiu o Presidente dos Estados Unidos de que iria pagar muito caro pelo seu "excêntrico" discurso perante a ONU, no qual ameaçou destruir totalmente a Coreia do Norte.

Kim Jong-un sublinhara que Donald Trump está "mentalmente perturbado", garantindo que irá "domesticar com fogo o velho norte-americano".

Trump, por seu turno, defendera na terça-feira que a única solução será "destruir totalmente" a Coreia do Norte caso o regime de Piongyang continue a ameaçar os Estados Unidos e os seus aliados.

"É altura de a Coreia do Norte perceber que a sua desnuclearização é o único futuro aceitável", advertiu Trump, na sua primeira intervenção perante a Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), na sede da organização, em Nova Iorque.

O chefe de Estado norte-americano insistiu que os testes nucleares e de mísseis balísticos da Coreia do Norte "ameaçam o mundo inteiro", pedindo unidade para isolar o regime liderado por Kim Jong-un, sobre quem Trump disse ter embarcado numa "missão-suicida".

"Se [os Estados Unidos] forem forçados a defender-se e aos seus aliados, não teremos qualquer escolha senão destruir a Coreia do Norte", afirmou.

Trump agradeceu à China e à Rússia por terem aprovado as novas sanções à Coreia do Norte no Conselho de Segurança da ONU, depois de um novo ensaio nuclear, a 3 de setembro, mas avisou que há que fazer "muito mais" para responder às ameaças de Pyongyang.

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