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Português emigrado em França ataca polícias com faca e é abatido

Luís já era conhecido na cidade onde vivia pelos seus problemas mentais e também já tinha antecedentes criminais. Ameaçou colocar bombas na cidade de Châlette-sur-Loing.

Notícias ao Minuto

10:43 - 21/08/17 por Notícias Ao Minuto

Mundo Crime

Um homem português, de 48 anos, foi abatido pela polícia francesa este sábado, depois de ter ameaçado com uma faca os agentes que o abordaram, avançam vários órgãos de comunicação franceses, como o France Blue e o Le Parisien. Luís, um emigrante em França, já teria ameaçado uma pessoa com uma arma branca na cidade de Châlette-sur-Loing, onde vivia.

Várias pessoas que testemunharam esse momento chamaram a polícia. Quando as autoridades chegaram a casa do homem, Luís fugiu para dentro do seu carro. O momento em que os agentes abordam o emigrante português é filmado por um dos seus vizinhos.

A polícia bloqueou o carro do português, uma carrinha Renault, e os agentes falam com Luís, numa tentativa de o chamarem à razão. O homem já era conhecido pelas autoridades e pelos habitantes de Châlette-sur-Loing por sofrer de doenças mentais para as quais estava a ser tratado. Luís também já tinha antecedentes criminais.

O homem terá então exibido a faca ao agentes, ameaçando matar os agentes e colocar bombas em torno da cidade de Châlette-sur-Loing. Os agentes da polícia tiram as suas armas e apontam-nas ao português. Um dos agentes tenta partir o vidro do lado do condutor com um bastão. Mas o emigrante começa a fazer marcha-atrás com o carro e consegue afastar o carro da polícia.

Luís prepara-se para fugir do local e é nesta altura que os agentes começaram a disparar. Cerca de 20 balas, de acordo com o France Bleu. O emigrante português ainda consegue andar mais uns metros com o carro, passa por um relvado. O carro acaba pouco depois, perto de um supermercado. Luís morre, com o corpo crivado de balas.

A polícia descartou logo que este incidente estivesse relacionado com um ataque terrorista.

O caso vai ser agora investigado pelo IGPN, a Inspeção-Geral da Polícia Nacional, para perceber se os agentes agiram de facto em legítima defesa. Este é um procedimento padrão quando os agentes utilizam a sua arma de serviço.

Luís vivia em Châlette-sur-Loing com a sua mãe, que no sábado encontrava-se em Portugal a passar férias.

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