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Espanha quer proibir entrada de pessoas com vínculos ao regime de Maduro

O Governo espanhol pretende suprimir a autorização de viagem a Espanha e retirar os vistos às pessoas com vínculos ao regime de Nicolás Maduro, revelou hoje Mariano Rajoy.

Espanha quer proibir entrada de pessoas com vínculos ao regime de Maduro
Notícias ao Minuto

11:09 - 02/08/17 por Lusa

Mundo Venezuela

O primeiro-ministro espanhol, em declarações citadas pela agência espanhola Efe, a partir de Ribadumia na Galiza, onde está a passar férias, explicou que a medida já foi comunicada à responsável pela diplomacia da União Europeia, Federica Mogherini, como represália das eleições consideradas ilegais de domingo para a Assembleia Constituinte e pela detenção na terça-feira de líderes da oposição ao regime venezuelano.

"Acabo de falar com o ministro dos Negócios Estrangeiros porque, claro, este é um tema que nos preocupa a todos como democratas, mas preocupa-nos especialmente como espanhóis pelo que significa a Venezuela", devido aos laços culturais e históricos e ao elevado número de espanhóis residentes naquele país da América do Sul, disse Mariano Rajoy.

Mariano Rajoy assegurou que Madrid "vai continuar a tomar medidas", acrescentando que "o Mundo está com" os venezuelanos, assim como a União Europeia e a Espanha, país que é a antiga potência colonial da Venezuela.

O ministro dos Negócios Estrangeiros espanhol, Alfonso Dastis, já tinha anunciado na terça-feira que iria pedir à chefe da diplomacia europeia a adoção de "medidas adicionais restritivas" contra a Venezuela, na sequência da prisão de dois opositores do regime.

Os membros da oposição Leopoldo López e Antonio Ladezma, que se encontravam em regime de prisão domiciliária, foram levados na terça-feira para parte incerta pelos serviços de informações do regime venezuelano.

Os Estados Unidos impuseram na segunda-feira sanções jurídicas e financeiras contra o Presidente venezuelano, congelando os seus bens e classificando-o de "ditador", em resposta à eleição de domingo.

A Espanha também anunciou na segunda-feira que não reconhecerá a Assembleia Nacional Constituinte, lamentando que o Governo de Nicolás Maduro tenha avançado com um processo rejeitado pela maioria dos venezuelanos.

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