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União Europeia pede continuação da investigação do derrube do avião MH17

A União Europeia pediu hoje, pelo terceiro aniversário do derrube do avião MH17 da Malaysia Airlines com 298 pessoas a bordo, que se continue a investigar a tragédia para que os responsáveis possam responder perante a justiça.

União Europeia pede continuação da investigação do derrube do avião MH17
Notícias ao Minuto

13:31 - 17/07/17 por Lusa

Mundo Federica Mogherini

"Para garantir que os responsáveis pelo derrube do MH17 prestem contas perante a justiça, a investigação criminal deve continuar a ter o apoio da comunidade internacional", declarou através de um comunicado a Alta Representante para a Política Externa da UE, Federica Mogherini.

No mesmo sentido, o Presidente ucraniano, Petro Poroshenko, apelou hoje a que seja feita justiça pela morte das 298 pessoas de 17 nacionalidades que seguiam a bordo.

O MH17 da Malaysia Airlines que fazia o voo Amesterdão-Kuala Lumpur foi abatido no dia 17 de julho de 2014 por um míssil. Uma equipa de investigadores internacional concluiu que o míssil foi disparado do território sob controlo dos rebeldes ucranianos, apoiados por Moscovo, utilizando um sistema de lançamento móvel BUK, de fabrico russo, proveniente da Rússia e que aí regressou. Moscovo rejeita estas conclusões.

Poroshenko afirmou hoje que a Ucrânia expressa o seu pesar pelas mortes e que acredita que os responsáveis pelo ataque serão levados perante a justiça.

O Governo holandês recordou no início do mês que quaisquer eventuais suspeitos serão julgados pelo Tribunal Penal Internacional em Haia.

Até ao momento, não foram apresentadas quaisquer acusações contra os autores eventuais do lançamento do míssil, o que a Malásia espera ver acontecer até ao final do ano.

Mogherini acrescentou no comunicado divulgado hoje que "a UE e os seus Estados-membros reiteram o completo apoio à Equipa de Investigação Conjunta" (JIT, na sigla em inglês), que considera também que os eventuais imputados devem ser julgados na Holanda.

A chefe da diplomacia europeia pediu ainda que respeitada a independência da equipa de investigadores e manifestou a esperança de que todos os Estados colaborem com a investigação, tal como exigido na resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

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