Homem deixa de comer por doença rara que o fez acreditar que estava morto

Homem viveu numa espécie de "realidade alternativa".

© Facebook/Warren McKinlay
Mundo Síndrome

É uma condição rara, que afecta uma em cada um milhão de pessoas em todo o mundo mas que mudou, durante meses, a vida do soldado Warren McKinlay.

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O homem de 35 anos viveu durante 18 meses como uma espécie de fantasma, acreditando que estava morto. Por esse motivo, deixou de comer, encaminhando-se ele próprio para a sua própria morte.

“Estava convencido de que estava morto. Sentia, literalmente, que era um homem sem vida, era como se fosse um fantasma”, conta.

Tudo começou depois de Warren ter sofrido, em 2005, um acidente de mota enquanto cumpria serviço militar na Bósnia, e que o deixou a lutar pela vida. Este foi internado numa seção de saúde juntamente com vários soldados que tinham regressado da guerra do Afeganistão sem braços e pernas.

Depois de meses a viver numa espécie de "realidade alternativa, o britânico descobriu que padecia do síndrome de Cotard, que se caracteriza por fazer acreditar, a quem sofre da doença, que se encontra morto. 

Este apenas conseguiu superar a doença quando percebeu que tinha que começar uma nova vida. O homem ainda vive com os danos cerebrais que sofreu, mas conseguiu retomar a sua vida, ao lado da família que se mostra confusa, ainda, com toda a situação, mas orgulhosa dos progressos de Warren.

 

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