Grupo da ONU mantém que Assange é vítima de detenção arbitrária

Um Grupo de Trabalho da ONU mantém a opinião de que o fundador da WikiLeaks Julian Assange é vítima de detenção arbitrária, tendo rejeitado um pedido do Reino Unido para rever o caso, foi hoje divulgado.

© Reuters
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O Grupo de Trabalho sobre Detenção Arbitrária considerou que o Reino Unido não apresentou informação nova suficiente para merecer uma nova análise do caso. A decisão do grupo foi tomada a semana passada, informou hoje o serviço de direitos humanos das Nações Unidas.

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Em fevereiro, o grupo considerou que o Reino Unido e a Suécia "detiveram arbitrariamente" Assange e que o deveriam compensar por isso.

Os dois países consideraram que a decisão da ONU não era vinculativa.

Assange refugiou-se na embaixada do Equador em Londres em 2012, onde continua, para evitar a prisão e extradição para a Suécia, onde é suspeito de crimes sexuais. Declarou temer poder ser enviado para os Estados Unidos onde poderá ser julgado pela divulgação de documentos classificados pela WikiLeaks.

 

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