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Putin dá primeiras condecorações de 'Herói do Trabalho'

O Presidente russo, Vladimir Putin, entregou esta quarta-feira os cinco primeiros títulos honoríficos 'Herói do Trabalho', suprimidos depois da queda da URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas) em 1991 e recentemente restabelecidos.

Putin dá primeiras condecorações de 'Herói do Trabalho'

A cerimónia teve lugar no Palácio de Constantino, em São Petersburgo, na presença de dirigentes sindicais, por ocasião do Dia da Primeira e do Trabalho, celebrado na Rússia a 01 de maio.

Entre as personalidades condecoradas figuram o maestro mundialmente conhecido Valeri Guerguiev e Alexandre Konovalov, director do Instituto de Neurocirurgia Burdenko, bem como três operários industriais.

Os condecorados receberam uma medalha de ouro em forma de estrela e um diploma. Além disso, a terra natal do “Herói do Trabalho” receberá um busto em bronze dele.

O título 'Herói do Trabalho Socialista' apareceu na URSS em 1921 e deixou de ser atribuído depois do desaparecimento do país, em 1991.

Quanto aos festejos do 1.º de Maio, em numerosas cidades russas realizaram-se manifestações organizadas pelos sindicatos oficiais e pelo Rússia Unida, partido que se encontra no poder.

Em Moscovo, cerca de 90 mil pessoas reuniram-se na rua Tverskaia, uma das principais artérias da capital russa, para manifestar o seu apoio à política do Presidente Putin.

Segundo a polícia, o número de manifestantes foi superior ao número apresentado no pedido de autorização da iniciativa, o que pode levar os organizadores a terem de pagar uma multa.

O recorde de participação registou-se na Chechénia, república do Cáucaso do Norte russo, onde o 1.º de Maio foi festejado por 300 mil pessoas, cerca de um terço da população.

"Uma manifestação de apoio à política interna e externa do dirigente da Chechénia, Ramzan Kadirov", declarou à agência Ria-Novosti Khussain, presidente dos sindicatos chechenos.

O Partido Comunista da Federação da Rússia organizou manifestações de protesto contra a política do governo russo.

Na capital russa, a marcha foi dirigida por Guennadi Ziuganov, chefe comunista, que referiu que "semelhantes manifestações são o principal aviso ao capital e a principal forma de defender” direitos dos cidadãos.

"Hoje, a festa tem o seu sentido original, porque o trabalho deve defender os seus direitos perante o capital, neste caso selvagem, especulativo, bandido e descarado", concluiu.

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