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Mais de 150 reclusos evadiram-se de prisão angolana

Mais de 150 reclusos evadiram-se hoje de um estabelecimento prisional localizado na província angolana de Cabinda, informou o diretor nacional dos Serviços Prisionais, António Joaquim Fortunato.

Mais de 150 reclusos evadiram-se de prisão angolana

De acordo com o responsável, os reclusos escaparam da penitenciária de Yabi durante a distribuição das tarefas do dia, cerca das 08:00 de hoje. Envolveu inicialmente um grupo liderado por um recluso condenado a 23 anos de prisão por roubo qualificado.

Dos 151 reclusos que concretizaram a evasão, 32 foram entretanto recapturados pelas autoridades e outros dois alvejados pelos guardas prisionais, durante a fuga, tendo sido transportados ao hospital de Cabinda.

De acordo com o diretor nacional dos Serviços Prisionais, António Joaquim Furtonato, circulou no interior do estabelecimento uma mensagem no sentido de haver "facilidade de fuga", envolvendo alegadamente os guardas prisionais.

Na altura, a penitenciária contava com quase 800 reclusos, estando por isso em "situação de sobrelotação".

"A evasão teve lugar porque os reclusos transpuseram o primeiro muro de segurança, transpuseram a porta principal, rebentando-a por completo. E porque também havia um número reduzido de guardas", explicou António Joaquim Fortunato.

Foi entretanto montada uma operação no terreno envolvendo elementos da Polícia Nacional e forças próprias dos Serviços Prisionais, na tentativa de recapturar os restantes fugitivos.

A Lusa noticiou a 06 de janeiro que os Serviços Prisionais angolanos estão a redistribuir milhares de reclusos em função do tipo de crime, para melhorar o funcionamento e segurança do sistema.

O processo envolve, nomeadamente, a mudança e redistribuição de autores de crimes contra pessoas, contra o património e contra a ordem pública, mexendo com os 22.829 elementos que, à data, constituíam a população reclusa angolana.

As cadeias angolanas contavam, à data, com 12.077 elementos condenados e a cumprirem pena e mais de dez mil detidos à ordem de investigações ou aguardando pela confirmação das respetivas condenações.

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