Segundo a Europa Press, a televisão Ecuavisa revelou que a Polícia Nacional equatoriana informou que os mortos eram todos reclusos daquele estabelecimento prisional e adiantou que foi aberta uma investigação a uma pessoa venezuelana de 23 anos pela sua alegada implicação nos acontecimentos.
A investigação permitiu já a apreensão de duas armas de fogo, dois carregadores e várias munições dentro da prisão.
O Serviço Nacional de Atenção Integral a Pessoas Privadas de Liberdade (SNAI) não deu informações sobre o sucedido na prisão.
A cadeia de Turi regressou a 10 de agosto a uma gestão civil, depois de mais de 20 meses sob controlo militar, depois da declaração de conflito armado interno contra as organizações criminosas, ordenada pelo presidente Daniel Noboa no início de 2024.
Desde 2021 mais de 500 presos foram assassinados nas prisões equatorianas, a maioria numa série de massacres entre gangues rivais numa onda de violência criminal que também se estendeu às ruas.
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