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Chapo pede aposta na agricultura e comércio para reduzir desigualdades

O Presidente de Moçambique, Daniel Chapo, pediu hoje uma aposta na agricultura, comércio e turismo para desenvolver o país, reiterando a missão de combater a corrupção, raptos e o consumo de álcool e drogas nas escolas.

Chapo pede aposta na agricultura e comércio para reduzir desigualdades

© Lusa

Lusa
30/08/2025 15:29 ‧ há 8 horas por Lusa

"Nós, como moçambicanos, temos um país rico, é verdade que temos gás, temos carvão, temos outros recursos, mas não podemos nos esquecer que a nossa base de desenvolvimento é a agricultura, o comércio e o turismo, e é isto que o moçambicano faz no dia a dia. Gás não se come, carvão não se come", disse hoje Daniel Chapo, durante um comício popular no distrito da Katembe, na cidade de Maputo.

 

O chefe de Estado pediu a concentração nestes "setores habituais de desenvolvimento, sendo os mesmos que "fazem chegar dinheiro em casa".

"É pouco, mas é o nosso dinheiro (...). Aqueles setores que fazem-nos chegar a comida em casa, a agricultura, trabalharmos terra, produzirmos comida, e esta comida, não é só para nós consumirmos, mas também para vender, caso haja excedente e termos dinheiro e sustentarmos nossa família", explicou.

Para Chapo, o desenvolvimento do país parte também pelo combate a alguns "males".

"Nós sabemos muito bem que estamos numa sociedade em que neste momento, a questão relacionada com a corrupção é um mal que nós todos precisamos de combater", disse.

Avançou ainda que a corrupção direta ou indiretamente afeta a qualquer um: "porque o dinheiro que podia ir para construirmos mais escolas, mais hospitais, mais medicamento, mais livros para criança, mais energia, mais estrada acaba indo para uma pessoa ou para um grupo de pessoas, isto empobrece o nosso povo".

"Outro mal que nós precisamos de combater é o consumo de álcool nocivo à saúde, principalmente por parte da juventude", disse.

De acordo com o Presidente moçambicano, o álcool destilado está fazer mal à juventude.

"Nós precisamos de jovens saudáveis, a juventude é nosso futuro, não podemos permitir que assistamos pessoas a consumirem bebidas nocivas à saúde, aquele álcool (...) é o mesmo que limpa a ferida. O álcool etílico, não é álcool para alguém consumir, por isso que nós vamos continuar a trabalhar para combater estas bebidas, vamos trabalhar com aqueles que andam a fazer essas bebidas para fazerem coisas úteis", afirmou.

Chapo prometeu ainda continuar a combater o consumo de droga nas escolas, afirmando que as mesmas substâncias são vendidas em forma de pão ou rebuçado ao redor das instituições de ensino.

"Vendem e vão viciando as nossas crianças desde adolescentes. Vamos entrar neste combate para podermos realmente combater este mal", garantiu.

De acordo com o chefe de Estado, desde o início do presente ciclo de governação, iniciado a 15 de janeiro, após violentas e conturbadas eleições presidenciais de 09 de outubro no país, uma das "grandes" preocupações que existia na capital moçambicana, principalmente por parte dos empresários, eram os raptos.

 "Quase todos os dias, quase todas as semanas, havia raptos na cidade de Maputo e nós decidimos que não há nenhum país no mundo que desenvolve com este nível de criminalidade", disse Chapo, acrescentando que, atualmente, os níveis destes crimes no país estão a reduzir.

Leia Também: Um ferido grave em acidente entre camião e comboio em Moçambique

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