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Exército israelita declara Cidade de Gaza "zona de combate perigosa"

O exército israelita classificou hoje a Cidade de Gaza como uma "zona de combate perigosa", mas não pediu a saída imediata da população, quando Israel ameaça lançar uma grande ofensiva militar contra o grupo islamita Hamas.

Exército israelita declara Cidade de Gaza "zona de combate perigosa"

© Abdallah F.s. Alattar/Anadolu via Getty Images

Lusa
29/08/2025 10:39 ‧ há 4 horas por Lusa

"A partir de hoje, às 10:00, no horário local (08:00 em Lisboa), a pausa tática local na atividade militar não se aplicará à área da Cidade de Gaza, que constitui uma zona de combate perigosa", de acordo com um comunicado militar publicado na rede social X.

 

"As IDF [Força de Defesa de Israel] vão continuar a apoiar os esforços humanitários enquanto conduzem operações para proteger Israel", disse o exército na mesma nota.

Esta "pausa tática local" diária foi anunciada no final de julho para a Cidade de Gaza e outras zonas da Faixa de Gaza, referiu o exército israelita, para "permitir a passagem segura de comboios da ONU" e de organizações não-governamentais (ONG) humanitárias para o território palestiniano devastado pela guerra, que teve início em outubro de 2023.

A Defesa Civil em Gaza registou 33 mortes em território palestiniano desde a madrugada de hoje. O exército israelita não comentou de imediato após ter sido contactado pela agência de notícias France-Presse (AFP).

Apesar da crescente pressão, tanto internacional como interna, para colocar um fim à guerra, o exército israelita afirmou na quinta-feira que "continuava as operações" em todo o território.

Na quarta-feira, o exército afirmou que a evacuação da Cidade de Gaza era inevitável, dada a decisão de Israel de assumir o controlo da cidade, a maior do território.

Israel já tinha afirmado que a Cidade de Gaza é um bastião do Hamas, com uma rede de túneis que continua a ser utilizada pelos militantes do grupo islamita palestiniano.

A cidade alberga também parte da infraestrutura crítica e das instalações de saúde do território. As Nações Unidas disseram na quinta-feira que o enclave palestiniano pode perder metade da capacidade de camas hospitalares se Israel mantiver os planos de invasão.

Leia Também: MNE da UE discutem em Copenhaga ataque russo em Kyiv e situação em Gaza

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