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Rússia afunda navio de guerra ucraniano e causa um morto e vários feridos

O exército russo atacou um navio de guerra ucraniano, provocando pelo menos um morto, vários feridos e desaparecidos, num tipo de ataque naval considerado raro, anunciou hoje o porta-voz da Marinha ucraniana.

Rússia afunda navio de guerra ucraniano e causa um morto e vários feridos

© Presidência da Ucrânia

Lusa
28/08/2025 20:10 ‧ há 6 horas por Lusa

O Ministério da Defesa russo afirmou que a operação foi efetuada na foz do Danúbio, utilizando um drone marítimo, um recurso encarado como uma novidade nas manobras das forças russas.

 

"Confirmamos o ataque ao navio", que causou pelo menos um morto e "vários feridos", disse o porta-voz da Marinha ucraniana, Dmytro Pletentchouk, citado pela agência noticiosa Ukrinform.

"A maior parte da tripulação está a salvo. A busca de vários marinheiros militares continua", acrescentou.

A Rússia "já tentou" efetuar este tipo de ataques antes, mas continuam a ser raros, sublinhou o mesmo porta-voz à agência de notícias France-Presse (AFP), enquanto a Ucrânia conseguiu, nos últimos anos, manter a frota russa afastada do sudoeste do Mar Negro.

O porta-voz não revelou o local ou a data do incidente, nem o nome do navio.

De acordo com o Ministério da Defesa russo, tratava-se do "Simferopol", um "navio de reconhecimento ucraniano de tamanho médio".

"Como resultado deste ataque, o navio ucraniano afundou-se", declarou o ministério, sem especificar a data do incidente.

Moscovo transmitiu imagens a preto e branco, apresentadas como sendo do ataque, em que se vê um barco a explodir numa extensão de água.

A Ucrânia enfrenta uma invasão russa desde fevereiro de 2022, o pior conflito armado na Europa desde a Segunda Guerra Mundial.

A Rússia ocupa 20% do território ucraniano a leste e a sul, incluindo a península da Crimeia, no Mar Negro.

Apesar da superioridade da frota russa, a Ucrânia conseguiu, desde 2023, mantê-la afastada das suas costas, nomeadamente graças aos ataques de drones marítimos, e reabrir um corredor marítimo para a exportação dos seus cereais.

Leia Também: Guterres e Zelensky discutem esforços diplomáticos para acabar com guerra

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