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Zelensky na Dinamarca para arranque da presidência que quer ajudar na adesão

O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, está hoje na cidade dinamarquesa de Arhus para o arranque oficial da presidência rotativa da União Europeia (UE) ocupada pela Dinamarca, com promessas de ajuda ao país na adesão ao bloco comunitário.

Zelensky na Dinamarca para arranque da presidência que quer ajudar na adesão

© Danylo Antoniuk/Anadolu via Getty Images

Lusa
03/07/2025 13:02 ‧ há 1 mês por Lusa

"A primeira-ministra [da Dinamarca], Mette Frederiksen, recebe em Arhus o presidente do Conselho Europeu, António Costa, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky. Aqui, discutirão a forma como a presidência dinamarquesa da UE pode apoiar a Ucrânia, nomeadamente o caminho do país para a adesão à UE", indicou o Governo de Copenhaga em comunicado.

 

No comunicado, Mette Frederiksen vincou: "A Ucrânia pertence à União Europeia. É do interesse da Dinamarca e da Europa e, por isso, a presidência dinamarquesa da UE fará tudo o que estiver ao seu alcance para ajudar a Ucrânia na sua caminhada para a adesão".

Além disso, o aumento do apoio militar a Kyiv, a cooperação com a indústria de defesa ucraniana e as novas sanções contra a Rússia serão temas hoje abordados.

A Dinamarca assume desde terça-feira a presidência rotativa do Conselho da UE, que se estenderá até ao final do ano. O país sucede à Polónia, que assumiu a presidência no primeiro semestre deste ano, e será depois seguido por Chipre no início de 2026.

Numa altura de incerteza, promovida pelos vários conflitos em curso e pela concorrência estratégica e económica global, Copenhaga quer garantir que o bloco comunitário é capaz de agir de forma autónoma e quer torná-lo mais seguro e mais "verde".

Hoje de manhã, em declarações em Arhus a jornalistas europeus, incluindo da Lusa, durante a viagem para a imprensa europeia organizada pela presidência do Conselho, a ministra dos Assuntos Europeus da Dinamarca, Marie Bjerre, garantiu que Copenhaga é "grande apoiante" de Kyiv.

"Se tivermos de os apoiar mais, vamos fazê-lo. Temos de fazer tudo o que pudermos para apoiarmos a Ucrânia" face à invasão russa, iniciada em fevereiro de 2022, sublinhou a ministra.

Quanto ao processo de alargamento do bloco à Ucrânia, após o país ter obtido o estatuto de país candidato há três anos, Marie Bjerre apontou a "ambição ucraniana de abrir todos os capítulos [no processo de alargamento] este ano".

"Eles estão preparados, estão a fazer as reformas e, por isso, partilhamos dessa ambição", concluiu.

Desde o início da invasão russa da Ucrânia, em 24 de fevereiro de 2022, a UE concedeu quase 160 mil milhões de euros a Kyiv.

A UE também tem avançado com pesadas sanções contra a Rússia, nomeadamente económicas ou diplomáticas visando milhares de pessoas e entidades, com a proibição de viajar para o espaço do bloco europeu, o congelamento de bens e a indisponibilidade de acesso a fundos que provenham do espaço comunitário.

Leia Também: Oficial superior da marinha russa morto em combate em Kursk

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