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Ismaili Imamat quer reforçar cooperação com a CPLP

O representante diplomático do Ismaili Imamat em Portugal, Nazim Ahmad, defendeu hoje em Lisboa o reforço da cooperação da entidade liderada por Aga Khan e a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

Ismaili Imamat quer reforçar cooperação com a CPLP
Notícias ao Minuto

22:47 - 24/04/24 por Lusa

País Ismaili

"Num mundo crescentemente globalizado e interdependente juntos devemos procurar responder aos desafios do nosso tempo. Estamos interessados na possibilidade de cooperação que nos possa abrir no quadro das organizações especializadas nas Nações Unidas e também no contexto CPLP procuramos aprofundar as relações com diálogo e cooperação, considerando valores, preocupações e interesses que partilhamos em conjunto", afirmou Nazim Ahmad.

O representante do Imamat Ismaili em Portugal, entidade que representa os ismaelitas, intervinha no encontro que juntou no Diwan (sede mundial do Ismaili Imamat) os chefes de Estado de Portugal, Marcelo rebelo de Sousa, Cabo Verde, José Maria Neves, Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, São Tomé e Príncipe, Carlos Vila Nova, e Timor-Leste, José Ramos-Horta.

Os presidentes das antigas colónias portugueses encontram-se em Portugal para participar nas comemorações dos 50 anos do 25 de Abril.

No encontro estiveram ainda presentes os príncipes Rahim Aga Khan e Aly Muhammad Aga Khan, e o presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar Branco, e o chefe da diplomacia portuguesa, Paulo Rangel, entre outros convidados.

O encontro pretendeu celebrar as relações entre o Ismaili Imamat e a Lusofonia.

"Grande é o leque de colaboração e de cooperação que podemos explorar e desenvolver, ao nosso ver enriquecedor para ambas as partes", frisou Nazim Ahmad.

No início da sua intervenção, Nazim Ahmad destacou os "laços fraternos com a comunidade global lusófona" e salientou que o encontro no Diwan "tem lugar quando Portugal celebra 50 anos da revolução do 25 de Abril, que restaurou a democracia e devolveu aos portugueses a liberdade que tinham perdido há mais de meio século".

Dirigindo-se aos presidentes dos países lusófonos, considerou que o 25 de Abril "também abriu as portas à descolonização depois de uma longa, corajosa e determinada luta dos povos das então ex-colónias para conseguirem exercer o seu direito e sua determinação".

"Foi, pois, um dia que mudou, feliz e drasticamente, os seus destinos, que lhes deu a possibilidade de moldarem em liberdade o seu futuro e de escolherem o seu caminho rumo ao desenvolvimento e progresso económico e social", acrescentou.

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