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Vox e PP reagem a ameaça de Sánchez em sair do governo: "Vitimização"

Primeiro-ministro espanhol cancelou a agenda até dia 29 e referiu que os ataques "graves" à sua esposa, que está a ser investigada, são levados a cabo pela Extrema-Direita espanhola.

Vox e PP reagem a ameaça de Sánchez em sair do governo: "Vitimização"
Notícias ao Minuto

20:09 - 24/04/24 por Teresa Banha

Mundo Espanha

Os partidos que o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, acusou hoje de "assédio" no âmbito da investigação à sua esposa, Begoña Gómez, já reagiram.

Num comunicado citado pela imprensa espanhola, o Vox considerou que a 'ameaça' apresentada pelo chefe de Governo, que disse que ia "refletir" sobre o seu lugar no cargo", era "uma nova vitimização e representação".

"O mesmo [governante] que cometeu a maior corrupção política: comprar a sua investidura amnistiando criminosos. O mesmo Pedro Sánchez que agora tenta vitimizar-se para encobrir o pântano de corrupção que inunda o seu mandato: das malas de Delcy às mediações da sra. Goméz. Se quer refletir, que o faça, mas depois de se demitir", lê-se na mensagem do partido de Extrema-Direita.

Com esposa investigada Sánchez cancela agenda. Vai

Com esposa investigada Sánchez cancela agenda. Vai "refletir" sobre cargo

A mulher do primeiro-ministro espanhol está a ser investigada.

Notícias ao Minuto | 18:36 - 24/04/2024

Já do lado do Partido Popular (PP), o outro partido 'na mira' de Sánchez, foi o senador Javier Maroto quem reagiu em primeiro lugar, depois de o chefe de governo espanhol ter anunciado também que suspendia a agenda até dia 29 deste mês. "A enésima pirueta de Sánchez. E um ato de pré-campanha, como sempre, vitimizando-se a si próprio: ele é o bem e os outros são o mal", acusou o senador, numa publicação partilhada na rede social X (antigo Twitter). "Claro que ele quer ficar em Moncloa [sede central da presidência do governo de Espanha]. A todo o custo. E a qualquer preço. È a marca 'Pedro Sánchez'. Na segunda-feira, veremos todos", rematou.

O que está em causa?

Sánchez admitiu, esta sexta-feira, que iria "parar para refletir" sobre o seu cargo no Governo, depois de uma investigação à sua esposa ter sido aberta. Em causa estão possíveis crimes de tráfico de influência e corrupção empresarial.

Numa missiva aos cidadãos, partilhada nas redes sociais, Sánchez 'caiu em cima' dos partidos mais à Direita, acusando estes dois acima referidos, de "assédio" e "demolição". O líder espanhol refere ainda que os partidos estão a tentar com que este perca "força política" ao atacar a mulher.

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