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Kaja Kallas. Escolha de Mark Rutte para liderar NATO "está garantida"

A primeira-ministra da Estónia, Kaja Kallas, considerou que "está garantida" a escolha do homólogo dos Países Baixos, Mark Rutte, para secretário-geral da NATO e admitiu que é um candidato "com o qual todos concordam".

Kaja Kallas. Escolha de Mark Rutte para liderar NATO "está garantida"
Notícias ao Minuto

07:43 - 18/04/24 por Lusa

Mundo Kaja Kallas

Questionada, em entrevista à agência Lusa, sobre as probabilidades de Rutte ser o próximo secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), Kaja Kallas respondeu que a escolha "está garantida".

"O processo de nomeação está em curso, por isso, penso que sim, [Mark Rutte] é uma boa escolha", sustentou.

Em 2023, a primeira-ministra da Estónia, que se destacou pela defesa do reforço do apoio militar à Ucrânia para repelir a invasão da Rússia, foi apontada como possível sucessora de Jens Stoltenberg na Aliança Atlântica.

A Estónia é um dos países do bloco político-militar que faz fronteira com a Rússia.

Mas o primeiro-ministro dos Países Baixos é o nome mais consensual no quartel-general da NATO, reconheceu a chefe do Governo da Estónia.

"É um nome com o qual todos concordam", revelou.

São candidatos oficiais a secretário-geral o primeiro-ministro dos Países Baixos e o Presidente da Roménia, Klaus Iohannis, mas Mark Rutte reúne os apoios dos países mais influentes da NATO, nomeadamente os Estados Unidos e o Reino Unido.

Recentemente, Kaja Kallas colocou-se ao lado do Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, que pediu um sistema de defesa antiaérea semelhante ao que Israel utilizou para intercetar os 'drones' (veículos não tripulados) e mísseis balísticos iranianos, e o mesmo tipo de intervenção dos aliados de Telavive para repelir o ataque de Teerão.

Em 2014, Jens Stoltenberg foi escolhido para ser o 13.º secretário-geral da NATO. O antigo primeiro-ministro da Noruega iniciou funções no dia 01 de outubro desse ano.

Em julho de 2023 os países do bloco político-militar decidiram prolongar o seu mandato por um ano, até outubro de 2024, por causa da invasão russa da Ucrânia e da necessidade de haver continuidade na 'voz' da NATO num dos momentos mais sensíveis da história da organização.

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