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Israel. Segurança anulou ataque contra ministro de extrema-direita

O serviço de segurança interna de Israel, Shin Bet, anunciou hoje que conseguiu anular um ataque contra um membro de extrema-direita do Governo e que desmantelou uma célula terrorista.

Israel. Segurança anulou ataque contra ministro de extrema-direita
Notícias ao Minuto

13:23 - 04/04/24 por Lusa

Mundo Israel

"O Shin Bet desmantelou uma célula terrorista que preparava ataques em Israel, nomeadamente contra o ministro Itamar Ben Gvir", informaram os serviço de segurança, num comunicado.

Uma investigação conjunta dos seus serviços, da polícia e do Exército resultou na detenção de 11 suspeitos, incluindo sete cidadãos árabes israelitas, que foram interrogados.

"Os membros desta célula terrorista planearam ataques contra bases militares, contra o aeroporto Ben Gurion e contra escritórios do governo em Jerusalém. Também planearam matar o ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben Gvir, usando um lançador de foguetes para realizar o ataque", pode ler-se no comunicado.

Itamar Ben Gvir -- líder do partido de extrema-direita Força Judaica e membro do Governo de coligação do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu - é conhecido pelas suas posições radicais contra os interesses palestinianos.

Gvir defende a anexação por Israel da Cisjordânia ocupada e a transferência para os países vizinhos de parte dos árabes israelitas descendentes dos palestinianos que permaneceram no território após a criação de Israel em 1948.

Em fevereiro de 2023, a polícia israelita deteve um palestiniano suspeito de planear assassinar Bem Gvir.

Hoje também, o Shin Beth e a polícia anunciaram num comunicado conjunto que tinham anulados outros ataques de elementos terroristas que apoiam o Estado Islâmico (EI).

A polícia deteve três suspeitos palestinianos que serão levados a tribunal ainda hoje.

Segundo o comunicado dos serviços de segurança interna, em março, "uma investigação revelou que uma célula terrorista pretendia realizar ataques com explosivos e que os seus membros eram afiliados ao grupo terrorista Estado Islâmico".

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