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"Estou a recuperar bem". Lloyd Austin regressou hoje ao trabalho

No regresso ao trabalho, Austin reuniu-se com o secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg.

Notícias ao Minuto

17:04 - 29/01/24 por Notícias ao Minuto

Mundo EUA

O secretário da Defesa dos Estados Unidos, Lloyd Austin, regressou ao trabalho esta segunda-feira, no Pentágono, após quase um mês de ausência na sequência do diagnóstico e posterior cirurgia a um cancro na próstata.

No regresso ao trabalho, Austin reuniu-se com o secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg - conforme pode ver na galeria de imagens acima.

"Nesta altura importante, estou contente por estar de volta ao Pentágono. Sinto-me bem e estou a recuperar bem, mas ainda a recuperar, e agradeço todos os votos de boa sorte que recebi até agora", terá dito Austin, no início da reunião, reporta a Associated Press (AP).

A última vez que o secretário da defesa norte-americano esteve no Pentágono foi a 21 de dezembro, tendo, no dia seguinte, sido submetido a um "procedimento cirúrgico minimamente invasivo" no dia 22 desse mês, denominado prostatectomia. Depois, acabou por sofrer uma infeção urinária, pelo que foi novamente hospitalizado.

De recordar que a hospitalização de Austin esteve envolta em polémica, uma vez que só foi conhecida na noite de 5 de janeiro. Para além de ser desconhecida do grande público, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, só ficou a saber do internamento no dia 4 por parte do Pentágono.

Face à quebra de protocolo, a Casa Branca teve de esclarecer que Joe Biden não estava a considerar demitir o secretário de Estado da Defesa. A porta-voz de Biden garantiu que este tem "total confiança" em Lloyd Austin, apesar do seu atraso em informá-lo da hospitalização.

O secretário de Defesa, de 70 anos, está imediatamente atrás do presidente Joe Biden na cadeia de comando militar dos EUA e desempenha um papel central nos numerosos teatros de guerra em que os Estados Unidos estão envolvidos em todo o mundo, incluindo o conflito entre Israel e o grupo islamita Hamas, os ataques contra os Hutis no Mar Vermelho ou a guerra na Ucrânia.

Leia Também: Chefe do Pentágono faz primeira aparição desde hospitalização secreta

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