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Quase 460 mil mortes violentas em 2021. Crime organizado destaca-se

A nível mundial registaram-se, em 2021, 458.000 mortes violentas, cerca de 100.000 das quais devido ao crime organizado, segundo um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) hoje revelado.

Quase 460 mil mortes violentas em 2021. Crime organizado destaca-se
Notícias ao Minuto

14:10 - 08/12/23 por Lusa

Mundo ONU

Por hora, registou-se uma média de 52 homicídios.

"A complexa rede de fatores que alimenta as mortes por homicídio, em todo o mundo, desde a violência contra as mulheres, até ao crime organizado, pobreza e desigualdade, demonstra que não existe uma resposta única para este problema", considerou a diretora executiva do Escritório das Nações Unidas sobre as Drogas e Crime (UNODC, na sigla em inglês).

O Estudo Global sobre Homicídios, que foi hoje apresentado, em Viena, concluiu que a maioria das vítimas e dos homicidas são homens.

No continente americano, os jovens entre os 15 e os 29 anos apresentam uma taxa de 53,6 vítimas por 100.000 habitantes.

Por sua vez, as mulheres e raparigas representam 54% das vítimas de crimes domésticos.

Entre 2019 e 2021, a média anual de homicídios ficou em 440.000.

Só em 2021 se verificou um aumento das mortes violentas devido a efeitos socioeconómicos gerados pela pandemia e ao crescimento do crime organizado.

O total de homicídios registado em 2021 é quatro vezes superior à média de mortes em conflitos armados.

"Desde 2000, aproximadamente, 9,5 milhões de pessoas em todo o mundo perderam a vida devido aos homicídios, em comparação com cerca de 340.000 mortes por ataques terroristas e, aproximadamente, 1,5 milhões relacionados com os conflitos armados", detalhou.

O continente americano é o que apresenta a maior taxa de homicídios e os níveis mais elevados de violência devido ao crime organizado.

A nível mundial, 22% dos homicídios estão ligados ao crime organizado.

A ONU indicou também que 40% dos homicídios, a nível mundial, foram cometidos com armas de fogo e 22% com objetos cortantes.

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