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Erdogan pede a Israel para "acabar com loucura" e pôr termo aos ataques

O Presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, pediu hoje a Israel para "acabar imediatamente com esta loucura" e "pôr fim aos ataques" na Faixa de Gaza.

Erdogan pede a Israel para "acabar com loucura" e pôr termo aos ataques
Notícias ao Minuto

09:22 - 28/10/23 por Lusa

Mundo Israel/Palestina

Numa mensagem na sua conta da rede X (antigo Twitter), Erdogan escreveu que "os bombardeamentos que se intensificaram na noite de sexta-feira em Gaza atingiram, mais uma vez, mulheres, crianças e civis inocentes e aprofundaram a crise humanitária em curso".

"Israel deve parar imediatamente com esta loucura e pôr fim aos seus ataques", afirmou o líder turco, apelando à participação numa manifestação de apoio aos palestinianos organizada pelo seu partido para hoje em Istambul.

As forças israelitas intensificaram durante a noite as operações terrestres na Faixa de Gaza em paralelo com os bombardeamentos do enclave que se prolongam desde 07 de outubro, após o ataque do movimento islamita Hamas ao sul de Israel.

O chefe de Estado turco anunciou a sua participação na manifestação, intitulada "Grande Encontro Pela Palestina", que irá decorrer nas instalações do antigo aeroporto Atatürk, em Istambul.

Erdogan vem endurecendo o seu tom em relação aos bombardeamentos desencadeados por Israel em Gaza em retaliação pelo ataque do grupo islamita Hamas em 07 de Outubro, que fez 1.400 mortos, segundo os israelitas.

O dirigente turco anunciou na quarta-feira que renunciara a todos os seus planos de viajar para Israel e criticou a incapacidade dos líderes ocidentais para parar a guerra em Gaza.

"O Hamas não é um grupo terrorista, é um grupo de libertadores que protegem as suas terras", disse também Erdogan, provocando a ira de Israel.

Depois de pedir contenção nos dias que se seguiram ao massacre de israelitas perpetrado pelo Hamas, o Presidente turco mudou de tom e denunciou o que classificou como "um genocídio" após o ataque da semana passada a um hospital em Gaza que atribuiu imediatamente a Israel -- sem nunca mais voltar a este tema.

Leia Também: Famílias dos reféns do Hamas exigem explicações ao governo de Telavive

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