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Izmir tem 10 anos e correu 100km para ajudar vítimas do sismo na Turquia

Izmir Kassam completou 10 anos a 6 de fevereiro. Nesse mesmo dia, um terramoto de magnitude de 7,8 atingiu a Turquia e a Síria, matando dezenas de milhares de pessoas e desalojando milhões.

Izmir tem 10 anos e correu 100km para ajudar vítimas do sismo na Turquia
Notícias ao Minuto

00:15 - 28/06/23 por Notícias ao Minuto

Mundo Canadá

Um menino de 10 anos de Calgary, no Canadá, correu um total de 100 quilómetros, entre fevereiro e junho, para arrecadar fundos para o terramoto que atingiu a Síria e a Turquia em fevereiro.

Izmir Kassam completou 10 anos a 6 de fevereiro. Nesse mesmo dia, um terramoto de magnitude de 7,8 atingiu a Turquia e a Síria, matando dezenas de milhares de pessoas e desalojando milhões.

Quando Izmir soube do desastre, quis ajudar. Uma vez que adora correr, ele e seu pai traçaram um plano: Izmir correria 10 quilómetros 10 vezes para arrecadar fundos para as vítimas do terremoto.

As 10 corridas representam Izmir a completar 10 anos. Assim, Izmir terminou seus últimos 10 quilómetros em 10 de junho, somando um total de 100 quilómetros entre fevereiro e junho.

Os seus esforços ajudaram a arrecadar mais de 18.000 dólares (cerca de 16.000 euros) para a campanha de resposta de emergência da Campanha Humanitária para a Turquia e a Síria.

"Eu realmente queria ajudar e arrecadar dinheiro e sinto-me muito orgulhoso do que fiz”, disse Izmir, ao CBC Kids News na segunda-feira.

Mas porque é que Izmir correu 100 quilómetros?

A família de Izmir não é turca, mas o menino recebeu o nome de uma cidade da Turquia. Com o peso do nome após a tragédia, Izmir diz que sente uma ligação especial com o país.

Mas essa conexão não é a única razão pela qual queria ajudar. Izmir disse que ficou motivado depois de assistir à cobertura noticiosa do terremoto após perceber quantas pessoas foram afetadas.

Recorde-se que na madrugada de 6 de fevereiro, o chão abanou e provocou uma tragédia na Turquia e na Síria. Os sismos provocaram pelo menos 50 mil mortos e muitos não sabem do paradeiro dos seus familiares que continuam desaparecidos nos escombros de edifícios.

Leia Também: Turquia exige à Suécia proibição de protestos do PKK para entrar na NATO

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